SHEMA ISRAEL
Sinagoga Morumbi
Yeshiva Boys Choir -- Kol Hamispalel
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Por que os judeus não acreditam em Jesus?
Por Rabino Shraga Simmons*
Por séculos os judeus foram perseguidos por sua fé e prática religiosa. Muitos tentaram impor suas idéias e aniquilar o judaísmo.
Nem as cruzadas, nem a inquisição implacável, nem os pogroms conseguiram manipular nossas almas cumprindo seu intento.
O judaísmo mantém sua chama sempre viva.
A história comprova: os judeus continuam rejeitando o Cristianismo. Por quê?
Porque somos simplesmente judeus, nascemos e vivemos o judaísmo e temos nossas próprias convicções.
Mas quando judeus são seguidamente questionados sobre esta questão e não-judeus freqüentemente perguntam: “Por que os judeus não acreditam em Jesus?” Preparamos alguns argumentos com o objetivo, não de depreciar outras religiões, pois respeitamos a todos e por esta razão não fazemos proselitismo, mas sim apenas para esclarecer a posição judaica.
1. Jesus não preencheu as profecias messiânicas
O que o Messias deveria atingir? A Torá diz que ele:
a - Construirá o terceiro Templo Sagrado (Yechezkel) Ezequiel 37:26-28
b - Levará todos os judeus de volta à Terra de Israel (Yeshayáhu) Isaías 43:5-6.
c - Introduzirá uma era de paz mundial, e terminará com o ódio, opressão, sofrimento e doenças. Como está escrito: “Nação não erguerá a espada contra nação, nem o homem aprenderá a guerra.” (Yeshayáhu) Isaias 2:4.
d - Divulgará o conhecimento universal sobre o D’us de Israel - unificando toda a raça humana como uma só. Como está escrito: “D’us reinará sobre todo o mundo - naquele dia, D’us será Um e seu nome será Um” (Zecharyá) Zacarias 14:9.
O fato histórico é que Jesus não preencheu nenhuma destas profecias messiânicas.
2. O cristianismo contradiz a teologia judaica
a - D’us em três?
A idéia cristã da trindade quebra D’us em três seres separados: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Mateus 28:19).
Compare isto com o Shemá, a base da crença judaica: “Ouve, ó Israel, o Eterno nosso D’us, o Senhor é UM” (Devarim) Deuteronômio 6:4. Os judeus declaram a unicidade de D’us todos os dias, escrevendo-a sobre os batentes das portas (Mezuzá), e atando-a a mão e cabeça (Tefilin). Esta declaração da unicidade de D’us são as primeiras palavras que uma criança judia aprende a falar, e as últimas palavras pronunciadas antes de morrer.
Na Lei Judaica, adorar um deus em três partes é considerado idolatria - um dos três pecados cardeais, que o judeu prefere desistir da vida a transgredir. Isto explica porque durante as Inquisições e através da História, os judeus desistiram da vida para não se converterem.
b - Um homem como deus?
Os cristãos acreditam que D’us veio à terra em forma humana, como disse Jesus: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30).
Maimônides devota a maior parte do “Guia para os perplexos” a idéia fundamental que D’us é incorpóreo, significando que Ele não assume forma física. D’us é eterno, acima do tempo. É infinito, além do espaço. Não pode nascer, e não pode morrer. Dizer que D’us assume forma humana torna D’us pequeno, diminuindo tanto Sua Unidade como Sua Divindade. Como diz a Torá: “D’us não é um mortal” (Bamidbar) Números 23:19).
O Judaísmo diz que Messias nascerá de pais humanos, com atributos físicos normais, como qualquer outra pessoa. Não será um semi-deus, e não possuirá qualidades sobrenaturais. De fato, em cada geração vive um induvíduo com a capacidade de tornar-se o Messias. (veja Maimônides - Leis dos Reis 11:3).
c - Um intermediário para a oração?
É uma idéia básica na crença cristã que a prece deve ser dirigida através de um intermediário - i.e., confessando-se os pecados a um padre.
O próprio Jesus é um intermediário, pois disse: “Nenhum homem chega ao Pai a não ser através de mim.”
No Judaísmo, a prece é assunto totalmente particular, entre cada pessoa e D’us.
A Torá diz: “D’us está perto de todos que clamam por Ele” (Tehilim 145:18). Além disso, os Dez Mandamentos declaram: “Não terá outros deuses DIANTE DE MIM,” significando que é proibido colocar um mediador entre D’us e o homem. (veja Maimônides - Leis da Idolatria cap. 1).
d - Envolvimento no mundo físico
O Cristianismo freqüentemente trata o mundo físico como um mal a ser evitado.
Maria, a mais sagrada mulher cristã, é retratada como uma virgem.
Padres e freiras são celibatários. E os mosteiros estão em locais remotos e segregados.
Em contraste, o Judaísmo acredita que D’us criou o mundo físico não para nos frustrar, mas para nosso prazer.
A espiritualidade judaica vem através do envolvimento no mundo físico de maneira tal que ascenda e eleve.
O sexo no contexto apropriado é um dos atos mais sagrados que podemos realizar.
O Talmud diz que se uma pessoa tem a oportunidade de saborear uma nova fruta e recusa-se a fazê-lo, terá de prestar contas por isso no Mundo Vindouro.
As escolas rabínicas ensinam como viver entre o alvoroço da atividade comercial.
Os judeus não se afastam da vida, elevam-na.
3. Jesus não personifica as qualificações pessoais do Messias.
a - Messias como profeta
Jesus não foi um profeta. A profecia apenas pode existir em Israel quando a terra for habitada por uma maioridade de judeus.
Durante o tempo de Ezra (cerca de 300 AEC), a maioria dos judeus recusou-se a mudar da Babilônia para Israel, e assim a profecia terminou com a morte dos três últimos profetas - Chagai Zecharyá e Malachi.
Jesus apareceu em cena aproximadamente 350 anos após a profecia ter terminado.
b - Descendente de David
O Messias deve ser descendente do Rei David pelo lado paterno (Bereshit) Gêneses 49:10 e (Yeshayáhu) Isaias 11:1.
Segundo a reivindicação cristã que Jesus era filho de uma virgem, não tinha pai - e dessa maneira não poderia ter cumprido o requerimento messiânico de ser descendente do Rei David pelo lado paterno!
c - Observância da Torá
O Messias levará o povo judeu à completa observância da Torá. A Torá declara que todas as mitsvot permanecem para sempre, e quem quer que altere a Torá é imediatamente identificado como um falso profeta. (Devarim) Deuteronômio 13:1-4.
No decorrer de todo o Novo Testamento, Jesus contradiz a Torá e declara que seus mandamentos não se aplicam mais. (veja João 1:45 e 9:16, Atos 3:22 e 7:37).
4. Versículos bíblicos “referindo-se” a Jesus são tradições incorretas
Os versículos bíblicos apenas podem ser entendidos estudando-se o texto original em hebraico - que revela muitas discrepâncias na tradução cristã.
a - Nascimento virgem
A idéia cristã de um nascimento virgem é extraída de um versículo em Yeshayáhu descrevendo uma “alma” que dá à luz.
A palavra “alma” sempre significou uma mulher jovem, mas os teólogos cristãos séculos mais tarde traduziram-na como “virgem”.
Isto relaciona o nascimento de Jesus com a idéia pagã do primeiro século, de mortais sendo impregnados por deuses.
b - Crucifixão
O versículo em Tehilim (Salmos) 22:17 afirma: “Como um leão, eles estão em minhas mãos e pés.” A palavra hebraica ka’ari (como um leão) é gramaticalmente semelhante à palavra “ferir muito”. Dessa maneira o Cristianismo lê o versículo como uma referência à crucifixão: “Eles furaram minhas mãos e pés.”
c - Servo sofredor
Os cristãos afirmam que Yeshayáhu (Isaías) 53 refere-se a Jesus.
Na verdade, Yeshayáhu ou Isaias 53.
Segue diretamente o tema descrevendo o exílio e a redenção do povo judeu.
As profecias são escritas na forma singular porque os judeus (Israel) são considerados como sendo uma unidade.
A Torá está repleta de exemplos de referências à nação judaica com um pronome singular.
Ironicamente, as profecias de perseguição de Yeshayáhu referem-se em parte ao século 11, quando os judeus foram torturados e mortos pelas Cruzadas, que agiram em nome de Jesus.
De onde provêm estas traduções erradas? S. Gregório, Bispo de Nanianzus no século IV, escreveu: “Certo pagão é necessário para se impor ao povo.
Quantos menos compreenderem, mais admirará. ”
5. A crença judaica é baseada na revelação nacional
Das 15.000 religiões na História Humana, apenas o Judaísmo baseia sua crença na revelação nacional - i.e., D’us falando a toda a nação.
Se D’us está para iniciar uma religião, faz sentido que Ele falará a todos, não apenas a uma pessoa.
O Judaísmo, é a única entre todas as grandes religiões do mundo que não confia em “reivindicações de milagres” como base para estabelecer uma religião.
De fato, a Torá afirma que D’us às vezes concede o poder de “milagres” a charlatães, para testar a lealdade judaica à Torá (Devarim 13:4).
Maimônides declara (Fundações da Torá, cap. 8):
Os Judeus não creram em Moshê (Moisés), nosso mestre, por causa dos milagres que realizou.
Sempre que a crença de alguém se baseia na contemplação de milagres, tem dúvidas remanescentes, porque é possível que os milagres tenham sido realizados através de mágica ou feitiçaria.
Todos os milagres realizados por Moshê no deserto aconteceram porque eram necessários, e não como prova de sua profecia.
“Qual era então a base da crença judaica?
A revelação no Monte Sinai, que vimos com nossos próprios olhos e ouvimos com nossos ouvidos, não dependendo do testemunho de outros…
Como está escrito: ‘Face a face, D’us falou com vocês… ’
A Torá também declara: ‘D’us não fez esta aliança com nossos pais, mas conosco - que hoje estamos todos aqui, vivos. ’ (Devarim) Deuteronômio 5:3.”
O Judaísmo não são os milagres. É o testemunho da experiência pessoal de todos homens, mulheres e crianças.
*Rabino Shraga Simmons passou sua infância em Buffalo, Nova York. Trabalhou nos campos do jornalismo e relações públicas, e recebeu sua ordenação rabínica do Rabino Chefe de Jerusalém. Ele é o editor do site Aish.com, e vive com sua esposa e filhos na região de Modi’in, em Israel . É especialista em judaísmo ortodoxo.
Fonte: http://frankherles.wordpress.com/2007/1 ... -em-jesus/
Você certamente preferiria encontrar um príncipe, a um sapo, não é?
Claro, dentre os conceitos que definem um homem, o de príncipe é bem mais atraente e interessante do que o de sapo. O primeiro refere-se àquele gentil, carinhoso e romântico, enquanto que o segundo aponta para aquele esquisito, desatento e, por vezes, até irritante!
Como todo conceito fechado, este também merece uma reflexão, e o quanto antes, para evitarmos mais buscas ilusórias, expectativas frustradas e, por fim, desencontros desastrosos! Será mesmo que existem os homens que são príncipes e os que são sapos? Se sim, nesta mesma medida, deve haver então as mulheres que são princesas e as que são “pererecas”, certo? Não! Errado! Nem uma coisa, nem outra!
Podemos começar a desconstruir esse raciocínio admitindo que todos nós, tanto homens quanto mulheres, somos príncipes e princesas, mas também sapos e pererecas! Afinal, em alguns dias, estamos bem-humorados, divertidos, leves, atraentes e encantadores. E, em outros, estamos tensos, tristes, impacientes e até repelentes.
Isto é ser gente. Existir em todas as possibilidades e nuances. Transitar entre a luz e a sombra e descobrir, neste caminho, a possibilidade de amadurecer se tornar melhor. E tudo isso acontece em nossos relacionamos; enquanto buscamos um amor ou durante a vivência dele. E tudo bem... Não há nada de errado em se permitir. O problema começa quando a permissão só é dada a si mesmo e não ao outro.
Pessoas que desejam encontrar e se relacionar somente com príncipes ou com princesas, que não conseguem acolher o sapo e a perereca que existe em cada homem e em cada mulher, certamente vai se decepcionar e amargar, repetidas vezes, aquela sensação de que sempre escolhe a pessoa errada. Será? Será mesmo que existem pessoas erradas e pessoas certas? Ou seria mais inteligente se encarássemos a todos com quem nos relacionamos como uma imperdível e exclusiva oportunidade de aprender algo novo?
Além disso, esta reflexão também pode ser um desafiante convite para que você exercite mais a sua porção príncipe ou princesa, exatamente como sabe fazer – e muito bem – toda vez que deseja conquistar alguém. Gentileza, carinho, atenção, paciência, saber ouvir, ceder, presentear, mimar, entre outras pequenas atitudes cativantes são sempre muito bem-vindas e fazem toda a diferença no seu dia-a-dia e no seu relacionamento, embora não eliminem definitivamente a sua porção sapo ou perereca!
No final das contas, o grande desafio do amor, para todos nós, é tentarmos, todos os dias, encontrar o equilíbrio na relação. Se seu par acordou sapo, calibre o ambiente com sua parte princesa e vice-versa. E lembre-se de que, como numa equação matemática, o mais importante é que, ao passar a régua, o saldo seja sempre positivo. E isso quer dizer que se você tem se relacionado mais como sapo ou perereca do que como príncipe ou princesa, algo precisa ser feito, urgentemente! Caso contrário, como se diz popularmente, a fila anda... Porque o reinado precisa funcionar!
Arte superior do formulário
No entanto, como todo conceito fechado, este também merece uma reflexão, e o quanto antes, para evitarmos mais buscas ilusórias, expectativas frustradas e, por fim, desencontros desastrosos! Será mesmo que existem os homens que são príncipes e os que são sapos? Se sim, nesta mesma medida, deve haver então as mulheres que são princesas e as que são “pererecas”, certo? Não! Errado! Nem uma coisa, nem outra!
Podemos começar a desconstruir esse raciocínio admitindo que todos nós, tanto homens quanto mulheres, somos príncipes e princesas, mas também sapos e pererecas! Afinal, em alguns dias, estamos bem-humorados, divertidos, leves, atraentes e encantadores. Enquanto que, em outros, estamos tensos, tristes, impacientes e até repelentes.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
O ator José Mayer e a secretária municipal de Educação (RJ), Claudia Costin,
receberão a “Medalha Albert Sabin” durante a “Semana Judaico-Brasileira”. A homenagem é oferecida àqueles que fortalecem os laços entre Brasil e Israel.
No vídeo abaixo, José Mayer agradece
a homenagem: acesse este link.
domingo, 21 de agosto de 2011
Concurso oferece viagem para Israel Pelo terceiro ano consecutivo na América Latina, e pela segunda vez no Brasil,
O Ministério das Relações Exteriores de Israel está organizando o concurso “Conheça Israel”, que vai premiar estudantes universitários e de pós-graduação, com idade entre 18 e 35 anos, de toda a América Latina e no Caribe, com viagens para Israel com todas as despesas pagas e participação no “Encontro de Estudantes Universitários”. O tema deste ano é “Israel Verde – Agricultura e Meio Ambiente”. A iniciativa conta com o apoio do Keren Kayemet LeYisrael. As inscrições estarão abertas até o dia 28 de agosto.
Informações: site e e-mail.
Informações: site e e-mail.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
TABERNÁCULO significa: morada, habitação ou casa.
Conforme fala-nos de figuras e das sombras das coisas celestiais. Foi dito pôr Deus a Moisés (Ex. 25:8) que construísse um santuário, sendo-lhe revelado inclusive seu modelo no monte Sinai (Ex. 24:18). Era um Templo portátil e montavam-no todas as vezes que os hebreus faziam acampamento. Tudo foi feito como o Senhor Deus ordenara a Moisés (Ex. 39 e 40). Seus construtores, Bezaleel e Aoleabe o fizeram em detalhes, minuciosamente - Ex. 31:1-6. O Tabernáculo seria algo que homem algum jamais teria imaginado.
Quando devemos louvar e adorar a Deus Os salmos nos ensinam que devemos louvar a Deus todos os dias (Sl 145:2).
Sete vezes por dia (Sl 119:164).
Em outras palavras, devemos louvá-lo em todo tempo (Sl 45:1) Isto deve continuar perpetuamente, ou enquanto vivemos (Sl 45:17, 104:33, 146:1-3).
Esta é uma coisa que podemos esperar fazer por toda a eternidade.
“Bendirei o Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios” (Sl 34:1). “Aleluia! De todos os corações rendam graças ao Senhor, na companhia dos justos e na assembléia” (Sl 111:1).
Quem deve louvar e adorar ao Senhor? A Bíblia apresenta várias categorias de pessoas que devem louvar ao Senhor. A lista completa é suficiente para incluir todas as pessoas.
-O céu e a terra devem louvar ao Senhor (Sl 69:34, 89:5). Toda a criação está incluída nesta categoria.
-Todas as nações e todas as pessoas devem louvar a Deus (Sl 117:1).
-Os pobres e necessitados devem louvar ao Senhor. Nunca devemos permitir que as circunstâncias nos impeçam de louvar e agradecer o nosso Deus Eterno pelas benção recebida.
Todos os servos do Senhor devem louvar a Deus (Sl 134:1, 113:1, 103:21). Isto deve incluir todos os que temem ao Senhor (Sl 22: 23-26). Se realmente tememos ao Senhor, teremos o desejo de honrá-lo com o nosso louvor. Uma das características dos santos é que eles saltam de prazer (Sl 132:1, 145:10).
-De fato, tudo o que tem fôlego devem louvar ao Senhor (Sl 150:6). O fato de louvarmos é um sinal de vida. São os vivos que louvam ao Senhor (Is 38:19) pois os mortos, ou os que voltaram ao pó, não louvaram ao Deus (Sl 115:17, 30:9, 88:10-11, Is 38:18).
Como podemos ver, o louvor é para todo mundo. Requer-se um corpo completo a (congregação local) para adorar. Não é uma atividade para 05 ou 10% da congregação. Louvor e adoração é uma forma de agradecer a Deus por uma benção, como Moises, Miriam e os filhos de Israel, (Êxodo 15:1) que Louvaram e dançaram depois que passaram o mar vermelho. Miriã, a profetisa, a irmã de Arão, tomou um tamborim na sua mão, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris e danças, (Êxodo 15:20 -21) E Miriã lhes respondia: cantai ao Senhor, porque sumamente se exaltou, e lançou no mar os cavalos com seus cavaleiros.
Que distinção Devemos fazer entre Louvor e Adoração?
A melhor maneira de fazer distinção entre estes dois conceitos é estudar a etimologia das palavras.
Adoração – duas palavras primárias são usadas.
Abodah – Palavras genéricas usualmente traduzidas como “trabalho, labor, ministério ou serviço de Deus”.
Schachah – Esta palavra é usada para descrever o ato especifico de adoração. Significa curvar-se, prostar-se ou proceder humildemente.
Latruo - Esta palavra geral, que originalmente significa servidão ou estado de um empregado ou escravo, o serviço a Deus- a adoração divina.
Proskeneo - corresponde á palavra hebraica que descreve o ato especifico de adoração. Significa prostrar-se, adorar ou encurvar-se para adorar.
Não é difícil verificar o duplo significado da palavra “adoração”.
No sentido geral, tudo o que fazemos no serviço de Deus, tudo que fazemos em agradecimento a ele, pelo livramento, por uma benção, por uma vitoria, pelo uma boa viagem, pela vida, pela saúde, pelos alimentos, pela família etc... é tantas vitorias que temos que agradecer que pode ser chamado de adoração.
Por outro lado, há um ato especifico de adoração, quando nos enxergamos que tudo depende dele, e da vontade dele.
Em nossas vidas, em que nos humilhamos diante de Deus, prostramos e reverenciamos diante a sua grandeza.
Louvor – há três raízes primárias traduzidas como “Louvor”.
Yadah – Esta palavra é a raiz primária que significa lançar ou jogar.
Veio a significar uma rendição de graças na adoração.
Porque se usam as mãos no louvor a Deus.
Portanto a palavra, por sua origem, da à idéia de um louvor a Deus com as mãos estendidas.
Halal – o significado original desta palavra da à idéia de saltar de alegria, regozijar-se, gritar.
Shabach – Esta palavra significa louvar, ou dirigir-se a alguém em alta voz. Não era difícil ver, porque o Tabernáculo era cheio de louvores dia e noite.
Precisamos declarar que louvor é adoração e não implorar ou pedir é agradecer em sentido geral.
Pelo que já recebemos ou que vamos receber, e damos graças a Deus, levantemos as mãos.
Adoração, num sentido especifico.
Deus deseja ambos. Ele se alegra nos louvores, nas declarações, nas celebrações do seu povo. Mas também que nos curvemos diante d’Ele.
Fonte: M.I.da Paz
Bíblia João Ferreira de Almeida.
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