SHEMA ISRAEL
Sinagoga Morumbi
Yeshiva Boys Choir -- Kol Hamispalel
domingo, 11 de março de 2012
Seja Verdadeiro
Nenhum de nós é 100% verdadeiro, 100% do tempo.
O ego exige admiração e respeito, e assim, buscamos parecer “aquele cara legal”. Quando sentimos muita preguiça de trabalhar no fim de semana, usamos as pessoas que amamos como desculpa e justificamos: “A família vem em primeiro lugar!”, quando sabemos que podíamos muito bem ter encontrado algum tempo entre a televisão e a internet. Quando ajudamos em algum projeto voluntário, logo queremos contar para os amigos, mas quando gritamos com algum colega de trabalho ou magoamos alguém próximo a nós, é pouco provável que coloquemos esses atos na atualização do nosso Facebook.
Isso acontece até mesmo com as pessoas mais espirituais! Talvez nosso desejo seja ter mais pessoas inspiradas a trilhar esse caminho e então fingimos ser seres humanos perfeitos; queremos que as pessoas pensem que não temos ego e que nas nossas vidas não existem conflitos. Mas enquanto isso pode despertar algumas pessoas para o estudo, imagine o que elas pensariam da Kabbalah quando descobrissem que você ainda possui ego, ou que você ainda possui desafios a superar.
No final, a verdade sempre aparece.
Esse é um bom motivo pelo qual muitos de nós fracassamos no trabalho espiritual. Tentamos demonstrar como somos bondosos por fora, mas por dentro não somos realmente o que aparentamos.
Desenvolver a Luz interior é um processo de transformação da negatividade encerrada em nós que ninguém vê. O importante é não mentir – para os outros ou para nós mesmos – na tentativa de encobrir essa negatividade. Em pouco tempo, acreditaremos na mentira e lá se vai o nosso trabalho espiritual por água abaixo.
Vivemos em uma cultura que glorifica a autopromoção, mas tentar parecer “melhor” do que somos na verdade nunca nos trará plenitude genuína. Isso só vem quando aprendemos a “encolher” nosso ego para que possamos encontrar a aceitação e a verdade. Aceitar-nos a nós mesmos conduz à aceitação dos outros.
Expor nossa negatividade para os outros é expô-la para a Luz.
A tarefa dessa semana é: Seja Verdadeiro! Derrube algumas das paredes que você construiu, retire as máscaras e não tenha medo de abraçar a si próprio como um ser humano falho. Todos nós somos!
Somente encarando a verdade sobre a nossa negatividade é que podemos começar qualquer trabalho honesto para removê-la.
Tudo de bom,
Yehuda
Acesse também a aula semanal na Kabbalah University
Para maiores informações contactar:
SP | 11 3061 2307 | kcsaopaulo@kabbalah.com
O ego exige admiração e respeito, e assim, buscamos parecer “aquele cara legal”. Quando sentimos muita preguiça de trabalhar no fim de semana, usamos as pessoas que amamos como desculpa e justificamos: “A família vem em primeiro lugar!”, quando sabemos que podíamos muito bem ter encontrado algum tempo entre a televisão e a internet. Quando ajudamos em algum projeto voluntário, logo queremos contar para os amigos, mas quando gritamos com algum colega de trabalho ou magoamos alguém próximo a nós, é pouco provável que coloquemos esses atos na atualização do nosso Facebook.
Isso acontece até mesmo com as pessoas mais espirituais! Talvez nosso desejo seja ter mais pessoas inspiradas a trilhar esse caminho e então fingimos ser seres humanos perfeitos; queremos que as pessoas pensem que não temos ego e que nas nossas vidas não existem conflitos. Mas enquanto isso pode despertar algumas pessoas para o estudo, imagine o que elas pensariam da Kabbalah quando descobrissem que você ainda possui ego, ou que você ainda possui desafios a superar.
No final, a verdade sempre aparece.
Esse é um bom motivo pelo qual muitos de nós fracassamos no trabalho espiritual. Tentamos demonstrar como somos bondosos por fora, mas por dentro não somos realmente o que aparentamos.
Desenvolver a Luz interior é um processo de transformação da negatividade encerrada em nós que ninguém vê. O importante é não mentir – para os outros ou para nós mesmos – na tentativa de encobrir essa negatividade. Em pouco tempo, acreditaremos na mentira e lá se vai o nosso trabalho espiritual por água abaixo.
Vivemos em uma cultura que glorifica a autopromoção, mas tentar parecer “melhor” do que somos na verdade nunca nos trará plenitude genuína. Isso só vem quando aprendemos a “encolher” nosso ego para que possamos encontrar a aceitação e a verdade. Aceitar-nos a nós mesmos conduz à aceitação dos outros.
Expor nossa negatividade para os outros é expô-la para a Luz.
A tarefa dessa semana é: Seja Verdadeiro! Derrube algumas das paredes que você construiu, retire as máscaras e não tenha medo de abraçar a si próprio como um ser humano falho. Todos nós somos!
Somente encarando a verdade sobre a nossa negatividade é que podemos começar qualquer trabalho honesto para removê-la.
Tudo de bom,
Yehuda
Acesse também a aula semanal na Kabbalah University
Para maiores informações contactar:
SP | 11 3061 2307 | kcsaopaulo@kabbalah.com
Purim A Festa da Alegria
Purim
Purim comemora a salvação do povo judeu da destruição planejada pelo perverso Haman. A história é relatada na Meguilá de Ester.
7-8 de Março, 2012
Uma nota sobre os Feriados Judaicos
Todos os Feriados Judaicos começam ao pôr-do-sol – que é quando o “dia” judaico começa. As datas aqui especificadas são para essas tardes, e o feriado se estende do pôr-do-sol até o crepúsculo do próximo dia.
Próximos Feriados Judaicos:
Pêssach
Pêssach
A Festa da Liberdade
Pêssach comemora a libertação do povo judeu da escravidão no Egito. Durante esta festa é proibido o consumo de alimentos fermentados e há a obrigação de comer matsá.
6-14 de Abril, 2012
Sefirat Haômer
Sefirat Haômer
Contando o Ômer
Na segunda noite de Pêssach, iniciamos Sefirát HaÔmer, contando 49 dias entre Pêssach e Shavuot, dia em que a Torá foi outorgada ao povo de Israel. Esta contagem foi ordenada por D'us e serve como preparação ao povo para o recebimento da Torá.
7 de Abril - 25 de Maio, 2012
Pêssach Sheni
Pêssach Sheni
Uma Segunda Chance
É dada uma nova oportunidade áquele que não ofereceu o sacrifício de Pêssach no tempo certo - 14 de Nissan - para fazê-lo no dia 14 de Iyar, data denominada de Pêssach Sheni, no qual costuma-se, hoje em dia, comer um pedaço de matsá.
6 de Maio, 2012
Lag Baômer
Lag Baômer
33 do Ômer
Lag Baômer celebra a vida e os ensinamentos de dois dos mais notáveis Sábios da história judaica: Rabi Akiva e Rabi Shimon bar Yochai.
10 de Maio, 2012
Shavuot
Shavuot
A Outorga da Torá
A Torá foi outorgada por D'us ao povo judeu no Monte Sinai há mais de três mil e trezentos anos. Todos os anos, neste dia, renovamos nossa aceitação do presente de D'us.
27-28 de Maio, 2012
Três Semanas
Três Semanas
Destruição e Renovação
As Três Semanas marcam um período de luto pela destruição do Templo de Jerusalém e o exílio do povo judeu.
8-28 de Julho, 2012
Tu Beav
Tu Beav
Amor e Renascimento
Nossos sábios proclamaram o dia 15 de Av como um dia festivo por vários fatos históricos alegres que aconteceram nesta data. Muitos casamentos eram celebrados nesta data.
3 de Agosto, 2012
Elul - Tishrei
Elul - Tishrei
A preparação no Mês de Elul, Rosh Hashaná, Yom Kipur, Os dias solenes, Sucot e Simchat Torá
19 de Agosto - 9 de Outubro, 2012
Chanucá
Chanucá
A Festa das Luzes
Chanucá comemora a reinauguração do Templo Sagrado de Jerusalém, após a vitória dos macabeus. É celebrada durante oito dias através do acendimento da chanukiyá.
8 - 16 de Dezembro, 2012
10 de Tevet
10 de Tevet
O Cerco de Jerusalém
O dia 10 de Tevêt no calendário judaico marca o início do cerco de Jerusalém pelos exércitos do imperador da Babilônia, que levou à conquista da cidade, à destruição do Templo Sagrado e à expulsão do povo de Israel de sua terra.
23 de dezembro, 2012
Tu Bishvat
Tu Bishvat
O Ano Novo das Árvores
Dia 15 de Shevat marca o início do “Ano Novo das Árvores”. Costuma-se comer frutos novos e também ligados à Terra de Israel.
8 de Fevereiro, 2012
Datas Chassídicas
Datas Chassídicas
Celebrações do Movimento Chassídico
Gerenciado por Chabad.org © 2001-2012 Chabad-Lubavitch Media Center. Todos os direitos reservados.
Homenagem à eterna memória de Rabi Yosef Y. Kazen, pioneiro da Torá e Judaísmo na Internet
Purim comemora a salvação do povo judeu da destruição planejada pelo perverso Haman. A história é relatada na Meguilá de Ester.
7-8 de Março, 2012
Uma nota sobre os Feriados Judaicos
Todos os Feriados Judaicos começam ao pôr-do-sol – que é quando o “dia” judaico começa. As datas aqui especificadas são para essas tardes, e o feriado se estende do pôr-do-sol até o crepúsculo do próximo dia.
Próximos Feriados Judaicos:
Pêssach
Pêssach
A Festa da Liberdade
Pêssach comemora a libertação do povo judeu da escravidão no Egito. Durante esta festa é proibido o consumo de alimentos fermentados e há a obrigação de comer matsá.
6-14 de Abril, 2012
Sefirat Haômer
Sefirat Haômer
Contando o Ômer
Na segunda noite de Pêssach, iniciamos Sefirát HaÔmer, contando 49 dias entre Pêssach e Shavuot, dia em que a Torá foi outorgada ao povo de Israel. Esta contagem foi ordenada por D'us e serve como preparação ao povo para o recebimento da Torá.
7 de Abril - 25 de Maio, 2012
Pêssach Sheni
Pêssach Sheni
Uma Segunda Chance
É dada uma nova oportunidade áquele que não ofereceu o sacrifício de Pêssach no tempo certo - 14 de Nissan - para fazê-lo no dia 14 de Iyar, data denominada de Pêssach Sheni, no qual costuma-se, hoje em dia, comer um pedaço de matsá.
6 de Maio, 2012
Lag Baômer
Lag Baômer
33 do Ômer
Lag Baômer celebra a vida e os ensinamentos de dois dos mais notáveis Sábios da história judaica: Rabi Akiva e Rabi Shimon bar Yochai.
10 de Maio, 2012
Shavuot
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A Outorga da Torá
A Torá foi outorgada por D'us ao povo judeu no Monte Sinai há mais de três mil e trezentos anos. Todos os anos, neste dia, renovamos nossa aceitação do presente de D'us.
27-28 de Maio, 2012
Três Semanas
Três Semanas
Destruição e Renovação
As Três Semanas marcam um período de luto pela destruição do Templo de Jerusalém e o exílio do povo judeu.
8-28 de Julho, 2012
Tu Beav
Tu Beav
Amor e Renascimento
Nossos sábios proclamaram o dia 15 de Av como um dia festivo por vários fatos históricos alegres que aconteceram nesta data. Muitos casamentos eram celebrados nesta data.
3 de Agosto, 2012
Elul - Tishrei
Elul - Tishrei
A preparação no Mês de Elul, Rosh Hashaná, Yom Kipur, Os dias solenes, Sucot e Simchat Torá
19 de Agosto - 9 de Outubro, 2012
Chanucá
Chanucá
A Festa das Luzes
Chanucá comemora a reinauguração do Templo Sagrado de Jerusalém, após a vitória dos macabeus. É celebrada durante oito dias através do acendimento da chanukiyá.
8 - 16 de Dezembro, 2012
10 de Tevet
10 de Tevet
O Cerco de Jerusalém
O dia 10 de Tevêt no calendário judaico marca o início do cerco de Jerusalém pelos exércitos do imperador da Babilônia, que levou à conquista da cidade, à destruição do Templo Sagrado e à expulsão do povo de Israel de sua terra.
23 de dezembro, 2012
Tu Bishvat
Tu Bishvat
O Ano Novo das Árvores
Dia 15 de Shevat marca o início do “Ano Novo das Árvores”. Costuma-se comer frutos novos e também ligados à Terra de Israel.
8 de Fevereiro, 2012
Datas Chassídicas
Datas Chassídicas
Celebrações do Movimento Chassídico
Gerenciado por Chabad.org © 2001-2012 Chabad-Lubavitch Media Center. Todos os direitos reservados.
Homenagem à eterna memória de Rabi Yosef Y. Kazen, pioneiro da Torá e Judaísmo na Internet
Sabedoria de uma criança
Um criança lê o boletim da sinagoga anunciando que a congregação acaba de contratar um novo rabino, seu nome é Rabino Dr. Epstein. A criança fica tão empolgada ao saber que o novo rabino também é médico, que quando tem uma dor de estômago, telefona para a sinagoga.
“Gostaria de falar com o Rabino Doutor,” diz o menino.
O rabino atende e pergunta como posso ajudar?
”Bem, Rabino,”diz o menino, “estou com dor de estômago e estava me perguntando o que o senhor me sugeria”
“Desculpe, meu filho, não sou médico,” responde o rabino.
“Que tipo de doutor você é?” pergunta o menino.
”Sou Doutor em Filosofia,” foi a resposta.
A criança pensou por um instante e entao perguntou:
“Que tipo de doença é esta?”
“Gostaria de falar com o Rabino Doutor,” diz o menino.
O rabino atende e pergunta como posso ajudar?
”Bem, Rabino,”diz o menino, “estou com dor de estômago e estava me perguntando o que o senhor me sugeria”
“Desculpe, meu filho, não sou médico,” responde o rabino.
“Que tipo de doutor você é?” pergunta o menino.
”Sou Doutor em Filosofia,” foi a resposta.
A criança pensou por um instante e entao perguntou:
“Que tipo de doença é esta?”
Kipá o Tempo Todo
Por Menachem Posner
Pergunta:
Tenho uma dúvida sobre a kipá. Como judeu que está aprendendo sobre observância, e aos poucos incorporando ela à minha vida, ainda tenho um longo caminho a percorrer. Estava me perguntando: quando é a hora “apropriada” para usar uma kipá o tempo todo? Como ainda não sou totalmente casher, observante do Shabat, etc., sinto que pareceria hipócrita usar kipá o tempo todo – especialmente quando estou ainda ativo no Shabat, ou quando vou com minha família comer num restaurante não-casher. Por favor, me aconselhe.
Resposta:
Vou repassar um conselho dado por Rabi Moses Feinstein (famosa autoridade haláchica, 1895-1986) a uma pergunta semelhante.
Perguntaram a ele se pessoas que frequentam danças mistas deveriam ser aconselhadas a retirar a kipá antes, para que ninguém pensasse que tais danças eram sancionadas pela presença de pessoas com “aparência religiosa”.
Em resumo, a resposta dele foi que dois erros não fazem um acerto. O fato de alguém transgredir um mandamento não é motivo para desconsiderar outro, não relacionado.
Em última análise, a esperança é que usar a kipá sirva como encorajamento e um gentil lembrete para progredir naquelas áreas que precisam melhorar. Afinal, é disso que trata a kipá: um lembrete constante de que há um Olho que assiste tudo que fazemos.
As mitsvot podem ser comparadas a dinheiro. Ao encontrar uma nota de cem reais na calçada, nenhuma pessoa sã diria: “Sou pobre mesmo e tenho tantas dívidas; de que adianta pegar o dinheiro?” Portanto, então, quando tiver a oportunidade de cumprir uma mitsvá, agarramos a oportunidade – independentemente do fato de que pode haver outras áreas nas quais estamos deficientes no momento.
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ComentárioComentário
Por Menachem Posner
Rabino Menachem Posner é membro do "Pergunte ao Rabino" do Chabad.org
O conteúdo desta página possui copyright do autor, editor e/ou Chabad.org, e é produzido por Chabad.org. Se você gostou deste artigo, autorizamos sua divulgação, desde que você concorde com nossa política de copyright.
Pergunta:
Tenho uma dúvida sobre a kipá. Como judeu que está aprendendo sobre observância, e aos poucos incorporando ela à minha vida, ainda tenho um longo caminho a percorrer. Estava me perguntando: quando é a hora “apropriada” para usar uma kipá o tempo todo? Como ainda não sou totalmente casher, observante do Shabat, etc., sinto que pareceria hipócrita usar kipá o tempo todo – especialmente quando estou ainda ativo no Shabat, ou quando vou com minha família comer num restaurante não-casher. Por favor, me aconselhe.
Resposta:
Vou repassar um conselho dado por Rabi Moses Feinstein (famosa autoridade haláchica, 1895-1986) a uma pergunta semelhante.
Perguntaram a ele se pessoas que frequentam danças mistas deveriam ser aconselhadas a retirar a kipá antes, para que ninguém pensasse que tais danças eram sancionadas pela presença de pessoas com “aparência religiosa”.
Em resumo, a resposta dele foi que dois erros não fazem um acerto. O fato de alguém transgredir um mandamento não é motivo para desconsiderar outro, não relacionado.
Em última análise, a esperança é que usar a kipá sirva como encorajamento e um gentil lembrete para progredir naquelas áreas que precisam melhorar. Afinal, é disso que trata a kipá: um lembrete constante de que há um Olho que assiste tudo que fazemos.
As mitsvot podem ser comparadas a dinheiro. Ao encontrar uma nota de cem reais na calçada, nenhuma pessoa sã diria: “Sou pobre mesmo e tenho tantas dívidas; de que adianta pegar o dinheiro?” Portanto, então, quando tiver a oportunidade de cumprir uma mitsvá, agarramos a oportunidade – independentemente do fato de que pode haver outras áreas nas quais estamos deficientes no momento.
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ComentárioComentário
Por Menachem Posner
Rabino Menachem Posner é membro do "Pergunte ao Rabino" do Chabad.org
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Graviola A árvore da espécie Annona muricata pertencente à família das Annonacease
Por Marina Mart
É muito conhecida principalmente por seus frutos comestíveis chamados de Graviola. As árvores de graviola são pequenas, eretas, perenes e conseguem atingir cerca de 4 metros de altura. São nativas do Caribe e América Central, mas são amplamente cultivadas em várias partes do mundo onde predominam climas quentes e úmidos.
Graviola
Graviola
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Magnoliales
Família: Annonaceae
Gênero: Annona
Espécie: Annona muricata
O fruto em forma ovalada é muito suculento de coloração verde-escuro coberto de espinhos moles (cerdas). A polpa é branca e cremosa. Seu sabor é descrito como uma combinação de morango e abacaxi com ácido cítrico, notas contrastantes com um sabor cremoso subjacente uma reminiscência de coco ou banana. Possuem aproximadamente de 20 a 25 cm de comprimento por 10 a 12 cm de diâmetro e podem pesar 2,5 kg.
Nutricionalmente, a fruta é rica em carboidratos, especialmente a frutose. Também contém quantidades significativas de vitamina C, B1 e B2. Além disto, muitos compostos bioativos e fitoquímicos têm sido encontrados na graviola. Pesquisas afirmam que a anonacina presente na graviola possui efeitos anticancerígenos. No entanto, esses estudos foram realizados somente in vitro em animais e ainda não há estudos clínicos em seres humanos. Os frutos, sementes e folhas têm uma série de usos medicinais entre os povos indígenas das regiões onde a planta é comum, para tratar algumas doenças de estômago e vermes.
A graviola comumente é consumida crua ou transformada em bebidas, doces, cremes, sorvetes, mousses, merengues, etc. É muito apreciada pelo seu delicioso sabor característico e por conter baixas calorias. Cada 100g da fruta contém em média 60 calorias. O chá das folhas também é muito apreciado e são usados geralmente para induzir o sono e combater a diabetes.
A gravioleira cresce em solos com boa drenagem e se desenvolve em um pH levemente ácido de 5.5 a 6.5. A colheita dos frutos é feita quando os mesmos atingem a maturação fisiológica, quando possuem uma coloração verde maçante. A propagação da graviola pode ser feita por meio de sementes, estacas, enxertia ou alporquia. O último método de propagação é o mais recomendado, e um dos métodos mais antigos usados para a reprodução de plantas.
Assim, como outras plantas a gravioleira esta susceptível a pragas como Broca-do-fruto (Cerconota anonefla) e Broca-da-semente (Bephratelloides pomorum). Portanto é recomendada a inspeção semanal das gravioleiras a fim de evitar e combater as pragas que oferecem grandes prejuízos as plantações.
Referências Bibliográficas:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Graviola
http://www.planetaorganico.com.br/newsprod47.htm
http://www.ceplac.gov.br/radar/graviola.htm
É muito conhecida principalmente por seus frutos comestíveis chamados de Graviola. As árvores de graviola são pequenas, eretas, perenes e conseguem atingir cerca de 4 metros de altura. São nativas do Caribe e América Central, mas são amplamente cultivadas em várias partes do mundo onde predominam climas quentes e úmidos.
Graviola
Graviola
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Magnoliales
Família: Annonaceae
Gênero: Annona
Espécie: Annona muricata
O fruto em forma ovalada é muito suculento de coloração verde-escuro coberto de espinhos moles (cerdas). A polpa é branca e cremosa. Seu sabor é descrito como uma combinação de morango e abacaxi com ácido cítrico, notas contrastantes com um sabor cremoso subjacente uma reminiscência de coco ou banana. Possuem aproximadamente de 20 a 25 cm de comprimento por 10 a 12 cm de diâmetro e podem pesar 2,5 kg.
Nutricionalmente, a fruta é rica em carboidratos, especialmente a frutose. Também contém quantidades significativas de vitamina C, B1 e B2. Além disto, muitos compostos bioativos e fitoquímicos têm sido encontrados na graviola. Pesquisas afirmam que a anonacina presente na graviola possui efeitos anticancerígenos. No entanto, esses estudos foram realizados somente in vitro em animais e ainda não há estudos clínicos em seres humanos. Os frutos, sementes e folhas têm uma série de usos medicinais entre os povos indígenas das regiões onde a planta é comum, para tratar algumas doenças de estômago e vermes.
A graviola comumente é consumida crua ou transformada em bebidas, doces, cremes, sorvetes, mousses, merengues, etc. É muito apreciada pelo seu delicioso sabor característico e por conter baixas calorias. Cada 100g da fruta contém em média 60 calorias. O chá das folhas também é muito apreciado e são usados geralmente para induzir o sono e combater a diabetes.
A gravioleira cresce em solos com boa drenagem e se desenvolve em um pH levemente ácido de 5.5 a 6.5. A colheita dos frutos é feita quando os mesmos atingem a maturação fisiológica, quando possuem uma coloração verde maçante. A propagação da graviola pode ser feita por meio de sementes, estacas, enxertia ou alporquia. O último método de propagação é o mais recomendado, e um dos métodos mais antigos usados para a reprodução de plantas.
Assim, como outras plantas a gravioleira esta susceptível a pragas como Broca-do-fruto (Cerconota anonefla) e Broca-da-semente (Bephratelloides pomorum). Portanto é recomendada a inspeção semanal das gravioleiras a fim de evitar e combater as pragas que oferecem grandes prejuízos as plantações.
Referências Bibliográficas:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Graviola
http://www.planetaorganico.com.br/newsprod47.htm
http://www.ceplac.gov.br/radar/graviola.htm
segunda-feira, 5 de março de 2012
Quando o homem sai da presença do Deus vivo.
Anda em caminhos que levam a várias tribulações e necessidades:
Imigração, Pobreza, Doenças, Mortes, Viuvez
E todas estas amarguras.
Alimeleque era um homem que tinha terras e muitos bens, vivia na cidade de Belém.
Quando a crise o atingiu, a fome também chegou a sua casa.
A seca que devastou os campos e secou as sementes na terra.
Que levou para as mesas a fome.
Era o castigo do Deus vivo
Os inimigos que tinham saqueavam os campos e seus bens e riquezas.
A obediência produz vida e prosperidades, a rebeldia gera morte.
A fome era a disciplina de Deus.
Também foi à causa que levou Alimeleque a descer as terras de Moabe.
Israel deixou de guardar e obedecer aos mandamentos do Deus vivo (Dt- 28-15-68)
e veio a fome, maldição, e morte.
A crise é uma encruzilhada, onde precisamos tomar decisões.
Olha o livro (Dt-28-1-14) Le e perguntar, se na sua família tem benção ou fome?
Elimeleque, Noemi, Malom e Quiliom escolheram fugir em vez de enfrentar as crises.
Fugir nem sempre é a solução,
Se você estiver em maldição, onde você for ela vai junto
Enfrentar a crise é melhor que a fuga
A fuga de Belém para Moabe foi um desastres para família de Elimeleque.
Na crise precisamos buscar o Deus vivo
Que tipo de crise você esta passando?
Que tipo de crise aquela família passou? A primeira foi à enfermidade,
Eles fugiram por causa da fome, mas não puderam fugir das enfermidades.
A segunda a morte, Elimeleque morreu e deixou sua família ófá em terra estranha
A dor do luto é maior que a da pobreza.
A escassez é menos dolorosa que doque a morte.
Dez anos se passaram, os filhos de Noemi casaram em Moabe e a luz de esperança volta brilhar no caminho daquela família.
A morte, porém volta à ronda aquela família já marcada pelo sofrimento e leva os dois filhos de Noemi.
Ela perdeu tudo, terra, marido, seus filhos, seus sonhos.
Agora velha, viúva, pobre sem filhos.
Sua semente vai ser cortada da terra, se sente tão amarga que chega trocar seu nome pra Mara.
A providência do Altíssimo é maior.
Quando você chega ao Deus vivo sua vida muda, ele transforma vales em mananciais, ele enxuga nossas lágrimas, acalma a nossa dor e coloca nossos pés na estrada de vitórias,
Deus abençoa Noemi com uma nora que cuida dela como uma mãe, que deixa sua família, seus deuses para servir o Deus verdadeiro e cuida de sua sogra.
A minha vida era quase igual ao do personagem desta historia, do livro de Rute claro que não teve morte, mais teve fome pobreza, falência, fracasso. Muitas vezes cheguei a murmura porque servia a um Deus. Que não cuidava dos seus filhos. era dizimista,ofertante e ainda devolvia as primicias de tudo.
Aprendi que tinha que cobra de Deus os meus direitos Filho. Eu estava totalmente errado, não obedecia a Deus, e nem quardava os seus mandamentos e queria ser abençoado.
Servia a Deus do meu jeito.
Congreguei em várias igrejas
No inicio muita coisa mudou, achei que tinha encontrado a igreja certa, mais foi por pouco tempo, vieram às crises chequei a perguntar se estava servindo o deus verdadeiro.
Mais um dia encontrei o verdadeiro Deus,
O Deus vivo que nunca morre. Deus que não é homem
É só quardar os seus mandamentos, suas leis, seus Sábados.
Hoje tem acontecido o que esta escrita no livro (Dt -28-1-14)
Crê e dizer:
OUVE ISRAEL! O ETERNO È NOSSO ELOHÊINU! O ETERNO È UM!
Hoje temos paz, não temos fome, na mesa não falta pão, temos uma vida próspera.
Você que encontra o verdadeiro Deus?
Leia a Bíblia Hebraica
Imigração, Pobreza, Doenças, Mortes, Viuvez
E todas estas amarguras.
Alimeleque era um homem que tinha terras e muitos bens, vivia na cidade de Belém.
Quando a crise o atingiu, a fome também chegou a sua casa.
A seca que devastou os campos e secou as sementes na terra.
Que levou para as mesas a fome.
Era o castigo do Deus vivo
Os inimigos que tinham saqueavam os campos e seus bens e riquezas.
A obediência produz vida e prosperidades, a rebeldia gera morte.
A fome era a disciplina de Deus.
Também foi à causa que levou Alimeleque a descer as terras de Moabe.
Israel deixou de guardar e obedecer aos mandamentos do Deus vivo (Dt- 28-15-68)
e veio a fome, maldição, e morte.
A crise é uma encruzilhada, onde precisamos tomar decisões.
Olha o livro (Dt-28-1-14) Le e perguntar, se na sua família tem benção ou fome?
Elimeleque, Noemi, Malom e Quiliom escolheram fugir em vez de enfrentar as crises.
Fugir nem sempre é a solução,
Se você estiver em maldição, onde você for ela vai junto
Enfrentar a crise é melhor que a fuga
A fuga de Belém para Moabe foi um desastres para família de Elimeleque.
Na crise precisamos buscar o Deus vivo
Que tipo de crise você esta passando?
Que tipo de crise aquela família passou? A primeira foi à enfermidade,
Eles fugiram por causa da fome, mas não puderam fugir das enfermidades.
A segunda a morte, Elimeleque morreu e deixou sua família ófá em terra estranha
A dor do luto é maior que a da pobreza.
A escassez é menos dolorosa que doque a morte.
Dez anos se passaram, os filhos de Noemi casaram em Moabe e a luz de esperança volta brilhar no caminho daquela família.
A morte, porém volta à ronda aquela família já marcada pelo sofrimento e leva os dois filhos de Noemi.
Ela perdeu tudo, terra, marido, seus filhos, seus sonhos.
Agora velha, viúva, pobre sem filhos.
Sua semente vai ser cortada da terra, se sente tão amarga que chega trocar seu nome pra Mara.
A providência do Altíssimo é maior.
Quando você chega ao Deus vivo sua vida muda, ele transforma vales em mananciais, ele enxuga nossas lágrimas, acalma a nossa dor e coloca nossos pés na estrada de vitórias,
Deus abençoa Noemi com uma nora que cuida dela como uma mãe, que deixa sua família, seus deuses para servir o Deus verdadeiro e cuida de sua sogra.
A minha vida era quase igual ao do personagem desta historia, do livro de Rute claro que não teve morte, mais teve fome pobreza, falência, fracasso. Muitas vezes cheguei a murmura porque servia a um Deus. Que não cuidava dos seus filhos. era dizimista,ofertante e ainda devolvia as primicias de tudo.
Aprendi que tinha que cobra de Deus os meus direitos Filho. Eu estava totalmente errado, não obedecia a Deus, e nem quardava os seus mandamentos e queria ser abençoado.
Servia a Deus do meu jeito.
Congreguei em várias igrejas
No inicio muita coisa mudou, achei que tinha encontrado a igreja certa, mais foi por pouco tempo, vieram às crises chequei a perguntar se estava servindo o deus verdadeiro.
Mais um dia encontrei o verdadeiro Deus,
O Deus vivo que nunca morre. Deus que não é homem
É só quardar os seus mandamentos, suas leis, seus Sábados.
Hoje tem acontecido o que esta escrita no livro (Dt -28-1-14)
Crê e dizer:
OUVE ISRAEL! O ETERNO È NOSSO ELOHÊINU! O ETERNO È UM!
Hoje temos paz, não temos fome, na mesa não falta pão, temos uma vida próspera.
Você que encontra o verdadeiro Deus?
Leia a Bíblia Hebraica
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