SHEMA ISRAEL

Sinagoga Morumbi

Yeshiva Boys Choir -- Kol Hamispalel

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O Olhar de Um Justo Por Tor@mail

Nessa Parashá, Avraham pede a D’us para desistir da destruição de uma cidade se esta tivesse ao menos dez pessoas justas. Por que ele não pediu para poupar apenas essas dez pessoas e não a cidade inteira? Do que resolveria dez pessoas contra uma cidade inteira de perversos? Para entender sua posição, segue uma história. No séc. 18 o Czar instituiu uma prática terrível, para ‘unificar’ os cidadãos russos e também ‘salvar’ suas almas. Jovens meninos, principalmente judeus, eram raptados de suas casas e levados a campos de treinamento onde eram ensinados como tornarem-se Cristãos Russos Ortodoxos. Haviam crianças que resistiram às torturas terríveis e permaneceram fiéis ao judaísmo, mas foram poucas. A maioria morria ou então sucumbia à pressão e se convertia. Eli Leib Itskovits estava entre a maioria; com apenas doze anos ele foi sequestrado e não resistiu à pressão por sentir muito medo e estar sozinho. O padre parecia tão caloroso e amigo quando falava da igreja e tão temível quando falava de castigos por desobediência que Eli resolveu se deixar levar pela corrente. Ele mudou seu nome para Sasha e ascendeu muito no escalão até acabar tornando-se tão respeitado que quinze anos depois estava para ser promovido à oficial. Como prêmio, junto com alguns outros soldados ele recebeu dez dias de folga. No primeiro dia eles apenas comeram e dormiram, depois viajaram para uma cidade vizinha e embebedaram-se. Começaram a lembrar e falar de seus pais falando que iriam visitá-los. Eli de repente lembrou-se dos seus, veio em sua mente a imagem dos olhos penetrantes e bondosos de sua mãe e a voz de seu pai. Ficou tão tocado que resolveu visitar seu antigo lar. Passaram-se horas e ele estava na frente de sua velha casa. Bateu na porta. Uma senhora de meia-idade abriu e ele pensou: “será que é minha mãe?” Ela parecia muito mais velha, e certamente não o reconheceu. Ela o tratou como outro cidadão russo qualquer. Ele então começou a puxar conversa e acabou levando o assunto a sua família. Ela contou-lhe que seu marido tinha falecido há alguns anos de cólera, e ela tinha apenas um filho que tinha sido raptado pelo exército quinze anos atrás. E agora estava sozinha. Era sua mãe. Eli teve que controlar suas lágrimas. Seu pai estava morto, ele nunca mais o veria! Nunca mais! Seu coração apertou forte. Ele pensou que tivesse esquecido de seus pais, depois de tanto tempo servindo no exército. Tentou mudar de assunto até que olhou para sua mãe nos olhos e disse baixinho. “Mãe, sou eu! Sou o Eli!” Eles se abraçaram e um choro irrompeu o silêncio. Ela disse e repetiu seu nome várias e várias vezes, como se pudesse compensar a falta de todos esses anos. Passado o impacto da forte emoção, Eli contou sobre o exército e tudo o que fez nos últimos anos. Os olhos de sua mãe esbarraram na cruz pendurada em uma correntinha em seu pescoço. “Ora, isso?” Ele falou. “Mudei minha religião. Não é nada demais. Judaismo é uma coisa do passado mesmo. Os mandamentos são antigos, etc.” E ele toda a doutrina que havia aprendido com o padre. Sua mãe então implorou para que ele retornasse ao seu caminho, a fonte judaica contando-lhe sobre a devoção de seu falecido pai e o amor que nutria pela Torá e seus ensinamentos. O quanto gerações haviam se dedicado a fim de permanecerem fieis ao judaísmo mesmo que isto significasse o custo de suas próprias vidas. Inútil. Ele permaneceu por mais alguns dias ajudando-a nos afazeres e consertando o que fosse necessátio, mas anunciou que chegava a hora de retornar ao exército. Ao se despedir de seu filho dando-lhe um beijo, e um conselho: “Não quero lhe perder de novo, nem que você seja morto. Perto de nossa cidade, em Liadi, tem um grande rabino chamado Rebe Schneur Zalman. Por favor vá até ele lhe entregar esse bilhete e pedir uma benção.” Eli iria recusar, mas o olhar de sua mãe lhe implorando por este pedido foi extremamente forte e apelativo e resolveu ir para Liadi. Ao chegar lá, não enfrentou a imensa fila de espera para falar com o Rebe, jea que os chassidim tinham instruções que soldados não deviam esperar. Quando viu o Rebe, de repente ele sentiu um forte medo percorrendo seu corpo, da cabeça aos pés. Entregou o bilhete ao Rebe, que lhe fez algumas perguntas e finalmente falou: “Que o Todo Poderoso lhe dê sucesso em tudo o que você fizer.” Eli tomou coragem e pediu para o Rebe lhe dar uma moeda que pudesse carregar para ter sorte e proteção conforme sua mãe lhe havia instruído. Mas o Rebe somente respondeu: “D’us lhe protegerá sem uma moeda e lhe dará compreensão para escolher o caminho correto.” Quando Eli se retirou da presença do Rebe, sentiu como uma criança, alegre e leve. Foi como se o Rebe o tivesse restituído algo vivo e infinito que ele havia perdido. No dia seguinte, quando voltou à base, uma coisa estranha aconteceu. Foi colocado um aviso na porta do refeitório: ‘Por ordem do Czar todos aqueles que quisessem voltar à religião de seus pais poderiam fazê-lo’. Eli foi o primeiro a responder. Ele pediu ao seu superior para voltar a ser chamado Eli Leib e ser registrado como judeu. Logo o padre e vários oficiais vieram para uma conversa particular, tentar convencê-lo a mudar de ideia e mostrar como estava cometendo um erro tremendo jogando todo o seu brilhante futuro pela janela. Mas Eli tinha olhado nos olhos do Rebe. Ele esperou todos terminarem de falar para dizer: “Nasci judeu e morrerei judeu. O primeiro judeu, Avraham, estava sozinho e o mundo inteiro estava contra ele, mas eu estou com ele, assim como meu pai esteve, e minha mãe, e antes disso meus avós e assim por diante!” Eli foi rebaixado de seu posto e perdeu todas as suas regalias. Logo depois acabou seu tempo de serviço no exército voltou para sua mãe e a primeira benção do Rebe se materializou; ele encontrou um bom trabalho e uma boa esposa e viveu bastante tempo para ver três gerações: filhos, netos e bisnetos. Pelo menos uma vez por ano ele unia sua família para repetir a história de como o semblante do Rebe o transformou em um homem completamente diferente. Isso responde à nossa pergunta: não temos como entender o poder de um Tsadik, como vemos na nossa história, apenas uma palavra ou olhar de um judeu sagrado pode mudar uma pessoa completamente. Agora podemos entender por que ntão Avraham pensou que se talvez tivesse dez desses tsadikim em cada cidade, eles poderiam influenciar mesmo os mais perversos, assim como o Rebe influenciou Sasha, o Elie Leib apenas adormecido de nossa história. O conteúdo dessa página tem o copyright do autor, editor e/ou Chabad.org, e é produzido pelo nosso parceiro de conteúdo, Chabad.org. 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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O Mês de Cheshvan Aprendemos que este mês "está reservado" para o tempo de Mashiach, que inaugurará o Terceiro Templo

Segundo o Sêfer Yetzirah, cada mês do ano judaico tem uma letra do alfabeto hebraico, um signo do Zodíaco, uma das doze tribos de Israel, um sentido e um membro controlador do corpo que correspondem a ele. Cheshvan é o oitavo mês do calendário judaico. Na Bíblia, Cheshvan é chamado chôdesh bul, da palavra mabul, "o dilúvio". O dilúvio começou a 17 de Cheshvan e terminou no ano seguinte, a 27 de Cheshvan. No dia seguinte, Nôach ofereceu um sacrifício a D’us e D’us prometeu jamais enviar um dilúvio sobre a terra novamente para destruir toda a humanidade, e então revelou o sinal de Seu pacto com o mundo, o arco-íris. Cheshvan é o único mês que não possui dias festivos ou mitsvot especiais. Aprendemos que este mês "está reservado" para o tempo de Mashiach, que inaugurará o Terceiro Templo. Letra: nun Nun é considerada como sendo a letra de Mashiach, como está escrito (com referência a Mashiach): "antes do sol, está seu nome Ye-non [de nun]" (Tehilim 72:17). Como radical do verbo, nun significa "reinar". Como substantivo, significa "o herdeiro do trono". O oitavo mês é o mês de Mashiach, pois oito significa a eterna revelação do sobrenatural (o estado consumado de natureza retificada é o segredo do número sete). Como a "harpa" deste mundo possui sete cordas, a harpa de Mashiach possui oito cordas. Assim como 8 transcende o 7, assim também 50 (o valor numérico de nun) transcende 49,7 ao quadrado. Neste mundo, o nun está curvado, confinado pelos limites da natureza. Com a vinda de Mashiach, o nun "se endireita" (o formato do nun final), rompe os limites da natureza e desce "abaixo da linha" até os reinos subterrâneos da realidade a fim de ali revelar a a luz infinita e abrangente de D’us. Mazal: Akrav (Escorpião). Nossos Sábios ensinam que o escorpião é o membro mais mortal da categoria geral de criaturas peçonhentas cuja figura modelo é a serpente primordial do Éden. A palavra akrav deriva da palavra akev (calcanhar) como está escrito: "E tu [a serpente] o morderá [o homem] no calcanhar" (Bereshit 3:15). Assim, o akrav simboliza a "mordida" consumada da cobra no calcanhar do homem. De forma geral, o veneno da cobra é "quente", e o veneno do escorpião é "frio". O Mashiach é a única alma que pode superar, matar e por fim reviver a serpente primordial (a fim de convertê-la para o bem). A alma de Mashiach e seu contínuo estado de consciência manifestam a suprema retificação de "calor", "ardendo" somente em seu amor por D’us e Israel, bem como de "frio" – "totalmente frio" às falsas vaidades desse mundo. Este é o segredo da equação numérica: Mashiach (358) = serpente (nachash). Akrav (372) = Mashiach (nachash mais David (=14); nun é a 14ª letra do alef-beit). As letras radicais de Cheshvan permutam-se para escrever nachash (em Cheshvan o nun está "endireitado"; em nachash está "curvado". Tribo: Menashe Menashe é o primogênito de Yossef. Derivando da palavra "esquecer" (literalmente, "saltar, para cima e para longe"), Menashe sugere o poder do tsadic (Yossef) de nos fazer esquecer as provações, dificuldades e tribulações deste mundo, com a vinda de Mashiach. Pelo poder e sentido de Menashe, todo o sofrimento deste mundo se transformará e metamorfoseará no prazer da Era Messiânica. O nome Menashe permuta-se para grafar neshamá (alma). Menashe representa o sentido de revelar a alma Divina em Israel. Na Torá Moshê é chamado Menashe, pois Menashe é Moshê (Moisés) com um nun adicional (a letra de Cheshvan). Sobre Moshê foi dito: "Ele é o primeiro redentor e ele é o redentor final" (Veja Shemot Rabah 4:2; Zohar 1:253a; Sha'aar HaPesukim, Vayechi; Torah Or, início de Mishpatim). Em sua primeira vida (como o "primeiro redentor") ele não atingiu o "50º portal do entendimento" (o entendimento do Próprio D’us, por assim dizer, e Sua mais profunda intenção na criação do universo). Quando ele retorna como Mashiach, receberá para sempre o "50º portal", o nun de Mashiach, o segredo de Menashe (Moshe-nun. No Zohar, aprendemos que quando Moshê pela primeira vez deixou este mundo, recebeu o "50º portal" e foi "sepultado". Através do estudo da Mishná, (no tempo do exílio) revelamos a neshamá de Israel e portanto merecemos a redenção de Moshê-Mashiach e a revelação para todos na terra do "50º portal". Sentido: olfato O sentido do olfato é o mais espiritual de todos os sentidos. A palavra hebraica para "olfato", rei'ach, é cognata àquela para espírito (ruach). Nossos Sábios ensinam que o olfato é o único sentido que "a alma desfruta, e não o corpo". "Alma" – neshamá – é uma permutação de Menashe, como foi mencionado acima. O sentido do olfato é o único sentido (dos cinco sentidos comuns) que não participou, e portanto não foi maculado ou corrompido no pecado primordial do homem no Jardim do Éden. É o sentido que salvou o povo judeu na época de Mordechai e Esther, que são chamados Mor veHadas ("mirra e murta" – as duas fontes primárias de fragrância). Está declarado explicitamente que o sentido de Mashiach é o olfato. "E ele cheirará na reverência a D’us" – "ele julgará pelo odor" (ao invés de pela visão ou audição. Yeshayáhu 11:3; Sanhedrin 93b). Por meio de seu sentido do olfato (seu ruach hacôdesh, "espírito sagrado") Mashiach saberá como conectar cada alma judia à sua raiz Divina, e assim identificar sua tribo (ramo) em Israel. Controlador: Intestinos A palavra para intestinos (dakin) deriva da palavra "pequena" (daká) ou "partícula" (dak). Isso implica o poder de dissecar em partes pequenas e refinadas. No processo de preparar o incenso para o Templo (a suprema expressão do sentido do olfato no serviço do Templo), deve-se dizer (e repetir muitas vezes) "moa bem, moa bem" (hadek heitev, heiteiv hadek: hadeik de dak). Todos os sacrifícios no serviço do Templo são para produzir "um aroma satisfatório" (rei'ach nichoach) e agradar o Divino sentido de olfato, que implica a Divina "satisfação" com o serviço de Seus filhos, Israel em particular e com Sua criação em geral. Nossos Sábios interpretam a expressão rei'ach nichoach como "Eu estou satisfeito (nachat ruach), pois falei e Minha vontade foi cumprida". Esta satisfação Divina com o homem e a criação foi primeiro expressa a 28 de Cheshvan, quando Nôach ofereceu seu sacrifício a D’us. Devido à Sua satisfação, D’us prometeu a Nôach jamais destruir o mundo novamente através do dilúvio. Como está expresso claramente nas leis da Torá, é a gordura dos intestinos que quando oferecida sobre o altar produz o aroma "satisfatório" para D’us. Por este motivo, considera-se que os intestinos controlam o sentido do olfato. O conteúdo desta página possui copyright do autor, editor e/ou Chabad.org, e é produzido por Chabad.org. 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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Uma História para Viver Por Tor@mail

Nessa semana lemos sobre a história estranha de como D’us destruiu o mundo com um dilúvio só porque Suas criaturas O desapontaram. Embora pareça muito severo, com um pouco de aprofundamento poderemos ver que é realmente muito compreensível. Afinal de contas, D’us cria tudo e, de acordo com Judaísmo Ele cria o mundo inteiro constantemente... cada instante de novo, a partir do nada. É tudo d'Ele... então Ele pode fazer o que quiser. Mas o que não é muito claro é o que essa história está fazendo na Torá e o que nos ensina na prática. Além disso, porque Nôach que sobreviveu ao Dilúvio, não foi considerado o primeiro judeu, e somente Avraham. Para entender aqui está uma história. O Rabino Shabtai Slavtiski é o Sheliach (emissário) do Rebe de Lubavitch na Antuérpia, Bélgica. Ele dirige um Beit Chabad com uma grande congregação e é muito respeitado até mesmo por judeus que não são religiosos. Num domingo ele recebeu um telefonema de um senhor de idade, um comerciante de diamantes de sucesso, que disse que queria lhe falar com urgência. O Rabino Slavtiski, também um homem muito ocupado, parou tudo o que tinha para fazer e falou para esse senhor vir imediatamente. Meia hora depois ele entrou no escritório do Rabino com um olhar desesperado e suor no seu rosto, prestes a irromper num choro incontrolável. Ele era um senhor robusto, provavelmente com mais de sessenta anos, vestido num terno caro e com uma kipá preta nova sobre a cabeça. Ele perguntou se podia fechar a porta, sentou-se, pegou um lenço, limpou o suor de sua testa e começou a falar: “Rabino, há mais ou menos três meses decidi me tornar mais sério com relação ao judaísmo e comecei a fazer o que está escrito na Torá. Talvez tenha sido um pouco radical para um começo pois comecei a colocar Tefilin todo dia, comer casher e guardar o Shabat de uma tacada só. Colocar Tefilin todas as manhãs não foi difícil, eu já tinha feito isso quando era mais jovem e só me tomava alguns minutos de meu tempo todos os dias. Além disso, eu realmente tinha prazer em colocá-los e falar com Hashem todas as manhãs. Comer casher também não foi um grande problema... eu podia me permitir isso e nunca gostei realmente de comida que não era casher de qualquer jeito. “Mas o Shabat não foi nada fácil. Em primeiro lugar era um dia inteiro. Em segundo lugar, manter a loja fechada me custaria caro. Mas a pior coisa é que gosto muito de trabalhar e não consigo ficar parado. Então não era fácil. Mas eu consegui... e até mesmo comecei a me acostumar com isso. O senhor sabe, existe um orgulho em ser judeu e é bom demais fazer a coisa certa. Então por três meses guardei o Shabat. “Mas então, ontem aconteceu. Eu estava andando para casa de manhã voltando da sinagoga e aconteceu de passar na rua onde está minha loja e vi a rua cheia de gente... lotada!! Longas filas de pessoas de ótima aparência na frente de todas as lojas... com exceção da minha e de repente me lembrei! Era um dia especial, o Dia Internacional da Pedra Preciosa na Antuérpia e todos os comerciantes de diamante estavam lá, os maiores e os mais ricos de todo o mundo vieram lá para comprar. Acontece em todos anos e nesse ano caiu ontem... no Shabat!!! Mas então falei para mim mesmo... ‘Shabat é Shabat... não abrirei minha loja e ponto final!’ E comecei a andar para casa. Teria funcionado, mas de repente ouvi alguém gritando meu nome! Era o dono da loja vizinha à minha. Não sei o que ele estava fazendo na rua naquele momento, mas ele estava lá correndo atrás de mim e gritando como um louco. ‘O que aconteceu?’ Ele me perguntou. ‘Você está se sentindo bem? Aconteceu algo na sua família? Aonde você está indo?!’ Ele disse ainda: ‘É o Dia do Diamante! Olhe todas essas filas de compradores!!’ Respondi-lhe que, graças a D’us, tudo estava bem e comecei a caminhar, mas ele não me deixou em paz: “Tudo bem? Está tudo bem? Você está louco ou algo parecido! Hoje é o Dia da Pedra Preciosa! Veja!! Veja!!! Você pode ganhar tanto dinheiro hoje como num mês inteiro! Onde você vai?!” Tentei lhe explicar que sou um judeu e era Shabat e sabe o que ele falou? Ele disse, ‘Escute, doe todos os outros Shabatot para D’us. Esse é para VOCÊ!!!’ Falei para ele que tinha que ir. Corri para casa e tentei tirar tudo isso da minha cabeça. Mas não consegui. Queria trabalhar! Queria vender minhas pedras! É isso o que gosto de fazer. Foi isso o que cresci fazendo!! Peguei o copo de Kidush na minha mão, mas não podia pensar direito. Então falei para minha esposa dizer aos nossos convidados que não estava me sentindo bem, que estava com dor de cabeça. Fui para o meu quarto, peguei uma garrafa de vodka, bebi cinco copos até que fiquei tão bêbado que não conseguia ficar de pé então caí inconsciente na minha cama e dormi o Shabat inteiro.” O Rabino Slavtiski ouviu pacientemente, mas não conseguia entender o que esse senhor queria. “Entendi”, ele falou. “Mas o que posso fazer? O que o senhor quer que eu faça?” “Rabino,” ele falou quase chorando. “Quero saber que tipo de arrependimento tenho que ter para esse Shabat terrível! Posso dar caridade? Ou talvez tenha que jejuar? Ou talvez algo mais? Rabino, o que está escrito nos livros?” O Rabino Slavtiski viu a sinceridade simples desse judeu e não conseguiu se conter. Seus olhos se encheram de lágrimas e começou a chorar silenciosamente sem conseguir acreditar no que havia escutado. Quando o homem viu que o rabino estava chorando também começou a chorar. Seus olhos se abriram horrorizados e, balançando a cabeça em descrença disse, “Rabino, foi tão ruim assim? O senhor acha que não tem perdão para o meu pecado?” “O senhor não está entendendo,” o rabino respondeu. “Exatamente o contrário! O senhor sabe o que fiz ontem no meu Shabat? Sentei-me à minha mesa de Shabat com minha família e convidados, cantei musicas de Shabat, falei palavras de Torá, conversei com meus filhos e realmente tive prazer. Fiz tudo o que D’us quer que um judeu faça num Shabat. Mas o senhor fez um sacrifício! O senhor sacrificou seu dinheiro e seu prazer, o senhor mudou sua natureza. Que Shabat o senhor pensa que é mais prazeroso para Hashem, o meu ou o seu? Certamente o seu!!” Isso responde às nossas perguntas. Nôach fez exatamente o que D’us desejava. Ele não pecou, ele construiu uma arca, convidou todos os animais justamente como D’us pediu. Mas ele não sacrificou nada... ele não mudou nada dele. Algo parecido com o Rabino da nossa história. O judaísmo é baseado na vontade de sacrificar tudo de modo a cumprir a vontade de D’us, o Criador do Universo, por causa da verdade, algo como o comerciante de diamantes da nossa história. O conteúdo desta página possui copyright do autor, editor e/ou Chabad.org, e é produzido por Chabad.org. Se você gostou deste artigo, autorizamos sua divulgação, desde que você concorde com nossa política de copyright.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

“Que Haja Luz!” Uma visão mais profunda

Por Jonathan Sacks Baseado nos Ensinamentos do Rebe Fonte: Licutê Sichot vol. X, págs. 7-12 Na narrativa da Criação, um detalhe nos intriga com a força do mistério: por que a luz foi criada antes de tudo o mais, quando não havia nada para se beneficiar dela? A explicação rabínica apenas aumenta o mistério, pois nos diz que a luz foi imediatamente “oculta para os justos no Mundo Vindouro.” O Rebe explica a dificuldade e elucida as implicações da narrativa da Criação para o indivíduo e a conduta de sua vida. 1 – A Primeira Criação “E D'us disse “Que haja luz, e houve luz.
”1 Este foi o primeiro dos pronunciamentos pelos quais D'us criou o mundo, e a luz foi a primeira de todas as criações. Mas por que foi assim? Pois a luz não tem valor por si mesma; sua utilidade depende da existência das outras coisas que são iluminadas por ela, ou que se beneficiam dela. Portanto, por que a luz foi criada quando nada mais existia? Alguém poderia dizer que esta foi simplesmente uma preparação para as coisas que mais tarde seriam feitas (na maneira que o Talmud2 diz que o homem foi criado por último para que tudo estivesse à disposição dele). Pois se é assim, a luz deveria ter sido criada pouco antes dos animais (que podem distinguir entre luz e escuridão), ou pouco antes das plantas (que crescem com a ajuda da luz), no terceiro dia da criação. 2 – A Luz Oculta Os Rabinos3 explicam que a luz feita no primeiro dia foi “oculta para os justos no Mundo Vindouro”. Porém isso é paradoxal. Como todo o propósito da luz é iluminar, por que teria sido escondida logo depois de ser criada; a própria negação de sua razão de ser? E embora os Rabinos tenham explicado por que a luz deveria ter sido escondida, ainda precisamos entender por que, se D'us previu isto, mesmo assim Ele a criou no início. Um outro comentário precisando de explicação é aquele do Zohar,4 dizendo que as palavras hebraicas para “luz” e “segredo” são numericamente equivalentes.5 A equivalência numérica é um sinal de que as duas coisas estão relacionadas uma com a outra (pois como as coisas foram criadas através das permutações das letras dos pronunciamentos Divinos, duas coisas cujos nomes são formados por letras do mesmo valor partilham uma forma essencial comum). Porém mais uma vez temos um paradoxo: a luz é, pela sua essência, uma coisa revelada, e um segredo é necessariamente oculto. Como podem dois opostos partilhar uma forma em comum? 3 – A Arquitetura do Universo Para resolver essas dificuldades devemos considerar uma declaração feita pelo Midrash:6 “Assim como um rei que deseja construir um palácio não o faz espontaneamente, mas consulta os desenhos dos arquitetos, também D'us olhou na Torá e criou o mundo.” Em outras palavras, examinando a ordem pela qual um homem começa a fazer algo que exige planejamento e previsão, podemos aprender algo sobre a ordem de D'us em trazer o mundo à existência. Primeiro, Ele fixa em Sua mente o propósito que Ele deseja que Sua obra atinja. Somente então começa o trabalho. Este, por assim dizer, foi o procedimento de D'us. E o propósito do mundo que Ele estava para criar (um local onde a luz Divina seria oculta7 nas pesadas mortalhas da existência material) era que deveria ser purificado e a luz pura de D'us restaurada. Ele procurou, em última análise, “uma morada nos mundos inferiores”8 significando que Sua ocultação (escuridão) seria transformada numa presença revelada (luz). Como então a luz era o propósito da criação, e o propósito é a primeira coisa a ser decidida na ordem de uma obra, a luz foi criada no primeiro dia. A intenção de todas as criações subsequentes foi captada naquela frase inicial: “Que haja luz”. 4 – A Luz Implícita Há, no entanto, uma alusão à luz em cada um dos dias subsequentes da criação. Pois cada dia de trabalho terminava com o pronunciamento “E D'us viu que era bom”. E a palavra “bom” alude à luz, como está escrito: “E D'us viu a luz9, que era boa.” Ocorre que a luz estava presente em cada dia da criação, mas como é possível, se a luz é o propósito da criação, e como tal explícita somente no final? A resposta é que o propósito se manifesta de suas maneiras: (i) explicitamente no início de uma obra; e (ii) implicitamente em cada estágio da obra, dirigindo cada esforço num padrão pré-arranjado, para que se conforme com o projeto original. Segue então que houve dois aspectos na luz primitiva: primeiramente quando foi revelada, como propósito da criação, no primeiro dia, antes de qualquer outra coisa existente; e em segundo, como era sentida indiretamente (e portanto somente sugerida) nos outros dias, modelando o restante da criação rumo à sua função. 5 – Revelação e Cumprimento Agora podemos entender por que o Zohar enfatiza a conexão entre “luz” e “segredo”, e por que o Rebe disse que estava oculta para os justos no Mundo Vindouro. Enquanto um prédio está em construção, sua forma final não está aparente, exceto na mente do arquiteto. Sua forma final é revelada somente quando a obra é completada. Assim foi com o mundo: somente quando tinha sido levado à sua perfeição, pelo nosso serviço durante os 6.000 anos10 que precedem o Mashiach, seu propósito (a luz) será revelado. A luz agora está oculta, mas no Mundo Vindouro (quando nosso serviço mundano terá sido completado) ela brilhará novamente como fez no primeiro dia. Mas tudo que está escondido, está escondido em algum lugar. Onde a luz está escondida? Os Rabinos dizem:11 na Torá. Pois assim como os desenhos de um arquiteto orientam as mãos do empreiteiro, a Torá nos guia – através do estudo e do cumprimento dos mandamentos – a modelar o mundo para a sua realização. 6 – Do Mundo ao Homem Cada pessoa é um microcosmo do mundo, e o destino do mundo é seu. Pois então essa ordem de história espiritual é também uma ordem de serviço individual. “Luz” é o propósito de cada judeu: transformar sua situação e ambiente em luz. Não meramente afastando a escuridão (o mal) evitando o pecado, mas transformando a escuridão em luz, comprometendo-se positivamente com o bem. E sua ordem deve ser aquela de D'us no ato da criação: primeiro deve formular Seu propósito. Imediatamente, quando acorda do sono (quando ele é uma “nova criação”12) – na verdade a todo momento, pois o mundo é continuamente criado de novo,13 ele deve reconhecer que sua tarefa é “Que haja luz.” Então ele deve deixar seu propósito estar implícito em cada uma de suas ações – alinhando-as com a Torá, o projeto da criação. 7 – Trevas em Luz Se a luz é o propósito de toda coisa criada, então deve ser também o propósito da própria escuridão. Pois a escuridão tem um propósito, não meramente deveria existir para ser evitada (deveria apresentart ao homem um escolha entre bem e mal), mas deveria ser transformada em luz. E se um homem às vezes se desesperar, na opressiva escuridão de um mundo desregrado,14 de fazer a luz prevalecer, ainda mais de transformar o mal em bem, ele é comandado desde o início: “No (ou em prol do) início, D'us criou…” E os Rabinos traduzem isto como: “Pelo bem de Israel, que são chamados “o princípio da produção de (D'us), e em prol da Torá, que é chamada “o princípio” do caminho (de D'us)”15 O mundo foi feito assim para que Israel através da Torá o transformasse na eterna luz da presença revelada de D'us, no cumprimento messiânico das palavras de Yeshayahu16: “O sol não será mais sua luz durante o dia, nem pelo brilho a lua lhe dará luz: Porém o Eterno será para ti uma luz eterna.” ImprimirEnvie esta página a um amigoCompartilhe isto ComentárioComentário NOTAS 1. Bereshit 1:3 2. Sanhedrin 31 a 3. Chagigah, 12 a. Bereshit Rabbah, 3:6 4. Parte III, 28 b 5. A derivação das associações de significado utilizando valores numéricos das letras hebraicas é conhecido como Guematria. Cf. o Tanya, parte II, cap. 1 6. Bereshit Rabbah, início. 7. “Mundo” e “oculto” são semanticamente relacionados em hebraico (olam-he’elam). 8. Cf. Tanya, parte I, cap. 36 9. Bereshit 1:4, cf Sotah, 12 a. 10. Correspondendo aos Seis Dias da Criação. 11. Midrash Ruth, em Zohar Chadash, 85 a. 12. Yalkut Shimoni sobre Salmos 13. Tanya, parte II, início 14. “Desperdício e vácuo, e escuridão estavam sobre a face da profundeza murmurante.” Bereshit 1:2. 15. Cf. Rashi, Bereshit 1:1. 16. Yeshayahu 60:19. Por Jonathan Sacks Lord Rabino Jonathan Sacks é Rabino Chefe da Grã-Bretanha e da Comunidade Britânica, além de famoso escritor e palestrante sobre Chassidismo. É fundador e diretor do Meaningful Life Center (Centro para uma Vida Significativa). O conteúdo desta página possui copyright do autor, editor e/ou Chabad.org, e é produzido por Chabad.org. Se você gostou deste artigo, autorizamos sua divulgação, desde que você concorde com nossa política de copyright.

D'us Criou o Mundo?

A crença num Criador Sobrenatural tanto é fundamental ao judaísmo como é uma questão de pura lógica. Não há nada em toda a existência que não tenha uma fonte. Crer que este mundo lindo e complexo passou a existir por acaso é totalmente ilógico. Há uma famosa história que ilustra perfeitamente este ponto. Um ateu procura o rabino e pede a ele que prove a existência de D'us. O rabino pede-lhe que volte no dia seguinte para ter a resposta a esta questão. O descrente sente-se empolgado por ter aparentemente "desafiado" o rabino. Quando retorna no dia seguinte, exige com entusiasmo a resposta do erudito. O rabino replica que daria a resposta a qualquer momento, mas antes de fazê-lo, queria que seu interrogador lesse um belo poema que tinha em sua mesa. O ateu leu a obra e foi inspirado pelas adoráveis imagens descritas no poema, e perguntou ao rabino quem era o autor. O rabino explicou que não havia autor. O que ocorrera é que, enquanto estava imerso em pensamentos, refletindo sobre a questão profunda que lhe tinham feito, o rabino derrubara acidentalmente o tinteiro de sua mesa sobre uma folha de papel em branco, e este poema fora produzido pela tinta derramada. O descrente zombou da ridícula noção de que algo tão maravilhoso quanto aquele poema pudesse ser o resultado de um acidente. Naquela altura, o rabino explicou que se algo tão simples como um poema não poderia ter sido criado por acidente, então certamente algo tão maravilhosamente complexo como nosso mundo não poderia vir a existir sem um Autor. Obviamente, o céptico deixou de ser céptico, ao perceber o argumento do rabino. A questão mais profunda é: "Nós existimos realmente?" ImprimirEnvie esta página a um amigoCompartilhe isto ComentárioComentário O conteúdo desta página possui copyright do autor, editor e/ou Chabad.org, e é produzido por Chabad.org. Se você gostou deste artigo, autorizamos sua divulgação, desde que você concorde com nossa política de copyright.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Responsabilidades Sem Medo

Rosh Hashaná é um paradoxo. De certo modo é celebrada como um dia de festa: comidas especiais são servidas em meio a grandes reuniões familiares e estendemos cumprimentos alegres desejando a todos ao nosso redor um ano bom e doce. Os pecados não são nem mencionados durante as rezas de Rosh Hashaná para não diminuir o nosso foco positivo e ofuscar nossa alegria neste dia. Entretanto, o Halel, uma prece de alegria e agradecimento usualmente recitada nas festividades judaicas, é omitido em Rosh Hashaná. Como explica o Talmud: ‘Os livros da vida e da morte estão aberto perante D'us e o povo judeu quer cantar louvores? Como estas emoções aparentemente contraditórias coexistem nesta festividade? Examinemos uma questão mais geral: quais são as alegrias em qualquer ocasião? Qual a razão pela alegria nos evento do ciclo de vida judaico? Um bebê nasce e oito dias depois é circuncidado. O bebê grita por alguns momentos enquanto os participantes desejam para os pais, alegremente, ‘Mazal Tov’! Então se sentam e desfrutam de uma bela refeição. Por que as pessoas celebram enquanto o bebê sofre? Agora considere a criança celebrando seu Bar Mitsvá treze anos depois. O jovem é chamado para ler na Torá e seu pai recita uma estranha bênção: “Abençoado é aquele (D’us) que me liberou das obrigações deste jovem”. Os pais parecem estar ‘lavando suas mãos’ das responsabilidades de seu jovem adolescente. A pobre criança parece estar por sua própria conta, mas todos alegremente lhe desejam Mazal Tov. Parece tão frio. Como as pessoas se alegram numa situação aparentemente assustadora? Anos depois, um jovem casal está sob a chupá, prontos para casar. Eles se comprometem um com o outro para toda a vida, sacrificando as liberdades da vida de solteiro. Deve ser tão amedrontador, mas todos celebram! Qual o significado por trás da alegria? O denominador comum dessas ocasiões é a aceitação da responsabilidade. Em cada um destes eventos, os indivíduos estão parados na frente de uma porta que se abre para uma identidade pessoal mais rica e complexa.
A circuncisão marca o primeiro passo do menino judeu para receber o fardo da responsabilidade inerente à santidade de ser um judeu. No Bar Mitsvá, o garoto aceita a responsabilidade de cumprir os mandamentos da Torá. Ele chegou num novo estágio de sua vida, que oferece mais oportunidades, satisfações mais profundas, maiores obrigações e, potenciais armadilhas. Na chupá, o noivo e a noiva aceitam a responsabilidade de seu novo status, pela nova entidade que se tornaram e pela nova família que almejam criar. Os Judeus celebram a aceitação da responsabilidade. O ser humano não foi criado meramente para viver. Ele foi criado para um propósito mais elevado. Somente quando ele sente que está trabalhando em direção a uma meta maior é que atinge sua satisfação interior. A verdadeira alegria vem de aceitar as responsabilidades que cada pessoa recebeu de D’us. Este é o significado do paradoxo de Rosh Hashaná. É o dia que D’us reconta cada boa ação, cada falha, o dia que somos julgados por todas as nossas atitudes. Somos lembrados que cada um de nós é responsável por suas ações. Podemos estar temerosos das possíveis consequências do julgamento, se o levarmos a sério. Entretanto, o outro lado da mesma moeda: a aceitação de responsabilidade traz grande alegria. Constatamos que existe significado em nossas vidas e este reconhecimento é uma tremenda fonte de prazer. A alegria de Rosh Hashaná reside no reconhecimento do potencial humano e o constante esforço em atingir metas mais elevadas. O conteúdo desta página possui copyright do autor, editor e/ou Chabad.org, e é produzido por Chabad.org. Se você gostou deste artigo, autorizamos sua divulgação, desde que você concorde com nossa política de copyright.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Crepalach Pasteizinhos de carne moída tradicionalmente servidos na refeição da tarde de Yom Kipur.

Pasteizinhos de carne moída, cozidos ou fritos, tradicionalmente servidos na refeição da tarde de Yom Kipur e Hoshaná Rabá. Ingredientes da massa * 2 xícaras (de chá) de farinha de trigo * 1/2 colher (de chá) de sal * 3 colheres (de sopa) de óleo * 1 1/2 colher (de chá) de fermento em pó ou de bicarbonato de sódio * 3 gemas * 1/2 xícara (de chá) de água Ingredientes do recheio * 1 cebola picada * 2 colheres (de sopa) de óleo * 1 xícara (de chá) de carne moída cozida * 1 colher (de chá) de sal * 1/4 colher (de chá) de pimenta (opcional) * 1 ovo * 1 colher (de sopa) de farinha de matsá ou farinha de rosca Preparo da Massa Misture a farinha de trigo, o sal e o óleo em uma tigela. À parte, bata as gemas com a água e o fermento em pó (ou bicarbonato). Junte à mistura de farinha de trigo. Sove bem e abra a massa com o rolo sobre uma superfície polvilhada de farinha, corte em quadrados ou círculos de cerca de 2 1/2 cm. Preparo do recheio Refogue a cebola no óleo. Acrescente a carne moída e doure por 5 minutos. Retire do fogo e deixe esfriar. Acrescente o sal, a pimenta, o ovo e a farinha de matsá e misture bem. Encha cada quadrado ou círculo com a mistura de carne. Dobre em triângulo ou junte ambas as partes e a base para o centro, formando um triângulo. Cozinhe em água fervente levemente salgada cerca de 20 minutos, até que os Kreplach flutuem na superfície. Quando prontos, remova a água e sirva na sopa. Dica Para Kreplach mais firmes, frite de ambos lados, em óleo quente. O conteúdo desta página possui copyright do autor, editor e/ou Chabad.org, e é produzido por Chabad.org. Se você gostou deste artigo, autorizamos sua divulgação, desde que você concorde com nossa política de copyright.