Por Rabino Yossef Zukin
Logo chegará Tu B’Shevat, o Ano Novo das Árvores, uma festa repleta de louvores, à terra de Israel e seus frutos e a D’us, que nos deu Sua Terra escolhida de onde seus olhos nunca se afastam, para Seus filhos numa herança eterna. Israel, o foco de desejo e aspiração do povo judeu, é uma terra de trigo e cevada e vinhedos e árvores de figo e romãs, e uma terra de oliveiras e mel de tâmaras.
Foi contado por Rabi Shimon bar Iochai que as Doze Tribos receberam porções de terra por sorteio de acordo com seus atributos distintos, a ponto que os frutos de uma certa tribo diferiam em gosto dos frutos de uma outra tribo irmã.
O Midrash relata a seguinte história ilustrando esse ensinamento:
Aconteceu uma vez que o povo da cidade de Ludkia precisava muito de azeite. Eles apontaram uma pessoa para ir procurá-lo para eles, dizendo: “Vá e nos traga azeite na quantidade de cem vezes dez mil.”
O homem partiu no seu caminho, perguntando a todos que encontrava onde poderia conseguir tamanha quantidade de azeite.
Sua primeira parada foi Jerusalém, onde foi ao mercado. No meio do barulho dos mercadores gritando suas ofertas e compradores pechinchando os preços, ele anunciou bem alto, “preciso de azeite na quantidade de cem vezes dez mil.” Lhe disseram para ir à cidade de Tsor, onde poderiam lhe ajudar.
Ao ouvir isso, o emissário de Ludkia se dirigiu imediatamente para Tsor e quando chegou foi novamente ao mercado anunciando sua necessidade urgente. No entanto ninguém em Tsor tinha essa quantidade gigantesca do produto. Eles sugeriram, entretanto, que ele continuasse a viagem até a cidade de Gush Chalav.
Chegando em Gush Chalav, o homem mais uma vez foi ao mercado e anunciou sua necessidade. Lhe disseram para ir à casa de um certo residente daquela cidade. Com louvores a D’us e esperança que logo conseguiria cumprir sua missão, ele seguiu na direção do endereço que lhe deram.
“O proprietário não está em casa agora, ele está cuidando de suas oliveiras,” foi a resposta que recebeu.
Perseverante, o emissário seguiu até os campos de oliva a procura do mercador de azeite promissor. Finalmente, ele o encontrou e lhe contou, “Estou precisando de azeite na quantidade de cem vezes dez mil.”
O homem não ficou nem um pouco alarmado com a quantidade absurda que o emissário solicitou. Calmamente ele pediu que o esperasse até terminar de trabalhar nas mudas de oliveira. Ao terminar, cuidadosamente guardou todas as suas ferramentas e voltou para casa junto com seu potencial comprador. Entretanto, o homem parecia realmente despreocupado.
O emissário pensou, “Será que esse homem que está andando comigo, que passa o dia simplesmente cuidando de suas árvores, pode me fornecer essa quantidade toda de azeite? Tenho medo que tenha feito essa viajem toda para nada, pois certamente estou sendo vítima de uma terrível piada.”
Os pensamentos do emissário começaram a mudar, entretanto, quando os dois homens alcançaram a casa do proprietário de oliveiras pois, quando entraram na casa, uma serva trouxe bacias de água quente para seu patrão lavar seus pés e mãos. Então ela trouxe um recipiente de ouro sólido cheio de azeite no qual ele submergiu seus pés e mãos.
Depois, em pouquíssimo tempo, uma refeição deliciosa foi preparada e colocada sobre a mesa e então beberam e comeram.
“Se você vier comigo,” falou o homem ao emissário, “terei muito prazer em medir o azeite que você precisa, agora.” O emissário o seguiu e observou em estado de choque enquanto ele media o azeite na quantidade de cem vezes dez mil.
Virando-se para o comprador, o proprietário perguntou, “O senhor quer mais azeite?”
O homem, perplexo, respondeu, “não tenho mais dinheiro comigo.”
“Não importa,” lhe informou. “Terei prazer em medir o azeite para o senhor e lhe acompanhar até sua cidade onde poderei receber o restante do pagamento.” E assim sendo, o homem mediu novamente mais azeite, dessa vez chegando à medida adicional de dezoito vezes dez mil.
Dizem que o comprador usou cada mula ou camelo disponível para transportar aquele volume fabuloso de azeite para sua cidade natal, onde foi recebido com um bem-vindo entusiasmado de seus companheiros e conterrâneos.
Suas observações para eles foram as seguintes:
“Louvem a única pessoa que tem crédito nessa história toda. Além disso, também estou lhe devendo dezoito vezes dez mil! Está escrito, ‘alguns parecem ricos e são pobres, enquanto outros parecem pobres, e no entanto são realmente muito ricos!”
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SHEMA ISRAEL
Sinagoga Morumbi
Yeshiva Boys Choir -- Kol Hamispalel
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Instrui ao menino no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele prov: 22-06
Êxodo 19-3 Casa de Jacob
Para melhor compreensão da diferença entre “casa de Jacob” e “filhos de Israel” mencionados nos texto bíblico, citaremos uma interessante interpretação do famoso exegeta Rashi, muito profundo e atual “casa de Jacob” quer dizer as senhoras, as mães, as esposas. Toda mulher sábia edifica a sua casa e a tola destrói com as próprias mãos prov: 14-1
Deus quis que as primeiras palavras de Moisés fossem dirigidas com muito tato, delicadeza e habilidade as mães, as esposas, pois Deus sabia perfeitamente que é as mães que cuida da educação dos filhos; é ela, pelo constante convívio com os filhos, quem orienta a formação moral do caráter; é a mãe quem dá ao seu lar o sentido de harmonia, de carinho e de cultura.
Para os judeus minha casa é minha esposa, mulher virtuosa, á qual o rei Salomão dedicou o 31º capitulo dos seus famosos provérbios, só ela é dotada desse dom natural de fixar e dotar seus filhos de amor e respeito por idéias nobres, capazes de fazer de indivíduos educados uma sociedade instruída e culta.
No caso dos dez mandamentos, a base da civilização ocidental, só ela pode fazer dos filhos guardiões responsáveis e fiadores idôneos, para que os ensinamentos do Decálogo sejam respeitados e transmitidos as gerações futuras.
Fonte: Torah
A Lei de Moisés editora Sefer
Para melhor compreensão da diferença entre “casa de Jacob” e “filhos de Israel” mencionados nos texto bíblico, citaremos uma interessante interpretação do famoso exegeta Rashi, muito profundo e atual “casa de Jacob” quer dizer as senhoras, as mães, as esposas. Toda mulher sábia edifica a sua casa e a tola destrói com as próprias mãos prov: 14-1
Deus quis que as primeiras palavras de Moisés fossem dirigidas com muito tato, delicadeza e habilidade as mães, as esposas, pois Deus sabia perfeitamente que é as mães que cuida da educação dos filhos; é ela, pelo constante convívio com os filhos, quem orienta a formação moral do caráter; é a mãe quem dá ao seu lar o sentido de harmonia, de carinho e de cultura.
Para os judeus minha casa é minha esposa, mulher virtuosa, á qual o rei Salomão dedicou o 31º capitulo dos seus famosos provérbios, só ela é dotada desse dom natural de fixar e dotar seus filhos de amor e respeito por idéias nobres, capazes de fazer de indivíduos educados uma sociedade instruída e culta.
No caso dos dez mandamentos, a base da civilização ocidental, só ela pode fazer dos filhos guardiões responsáveis e fiadores idôneos, para que os ensinamentos do Decálogo sejam respeitados e transmitidos as gerações futuras.
Fonte: Torah
A Lei de Moisés editora Sefer
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Shabat Shirá
A leitura da Torá desta semana contém a "Canção do Mar" entoada pelos Filhos de Israel por ocasião de sua libertação dos egípcios, quando o Mar Vermelho se abriu para eles passarem e depois afogou os seus perseguidores. Por isso o Shabat é chamado Shabat Shirá, o "Shabat da Canção".
Nossos Sábios nos dizem que os pássaros no céu acompanharam nossos ancestrais em seu canto; por este motivo costuma-se colocar comida para os pássaros neste Shabat (para evitar a transgressão das leis do Shabat, o alimento deve ser colocado antes do Shabat).
Nossos Sábios ensinaram que a "Canção do Mar" sugere a Redenção, pois diz: "Então Moshê cantará com os Filhos de Israel…" Deste versículo Nossos Sábios derivam o princípio da Ressurreição dos Mortos na Era Messiânica, quando Moshê e todo o povo judeu se erguerá e entoará louvores a D’us.
No entanto, a canção que entoaremos será diferente da Canção do Mar, como é relatado no seguinte Midrash: "Será dito naquele dia: 'Olhem, este é nosso D’us em Quem pusemos nossa esperança… este é o Eterno por Quem nós esperamos…'"
Dizemos "este" quando algo está perante nossos olhos. Quando os judeus disseram: "Este é meu D’us", após a Abertura do Mar, foi porque eles realmente viram D’us, por assim dizer. Eles puderam apontar para Ele e dizer: "Este é meu D’us". Mas no futuro, haverá uma revelação adicional, portanto cantaremos "este" duas vezes.
No Mar Vermelho, houve uma revelação dos milagres de D’us, e um evento sobrenatural ocorreu. Mas este tipo de revelação tem uma deficiência; o mundo não poderia contê-la. Foi possível somente porque D’us criou uma situação naquele instante na qual Seu poder ilimitado pôde ser revelado. Assim, quando a revelação e o milagre passaram, o mundo não tinha passado por qualquer mudança.
Porém há um segundo tipo de revelação, quando a essência do mundo é revelada pelo que realmente é – energia Divina. D’us revela que as próprias leis da natureza, e até todo o mundo material – são pura Divindade.
A vantagem desse tipo de revelação é que está dentro das limitações do mundo, é a verdade do próprio mundo. Quando esta verdade é revelada, é como solucionar um mistério. Pois, assim que o mistério é revelado, não é mais um mistério. Similarmente, uma vez que a Divindade intrinsecamente dentro do mundo é revelada, então não pode mais ser escondida, e todos vêem que D’us dirige e completa o mundo inteiro.
Este tipo de revelação, o descobrir de tudo que está oculto, ocorrerá na futura redenção.
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domingo, 5 de fevereiro de 2012
Torta de milho verde
CULINÁRIA
Ingredientes
Massa
· 100g de margarina
· 1 ovo
· 1 clara
· Sal a gosto
· 2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha
de trigo
Recheio
· 2 colheres (sopa) de óleo
· 1 cebola pequena picada
· 1 dente de alho picado
· 3 latas de milho verde escorridas
· 1 lata de creme de leite
· 2 colheres (sopa) de amido de milho
· 4 colheres (sopa) de leite
· Sal e pimenta a gosto
· Salsa picada a gosto
Modo de preparo a Massa
Em um recipiente, coloque a margarina, o ovo, a clara, o sal e a farinha e trabalhe a massa até que solte das mãos. Cubra e deixe descansar por
30 minutos.
Recheio
Em uma panela, aqueça o óleo, doure a cebola e o alho. Junte o milho verde e refogue por 3 minutos. Deixe esfriar um pouco e bata metade do milho no liquidificador. Volte à panela com restante do milho, junte o creme de leite, o amido de milho dissolvido no leite, o sal, a pimenta e mexa sem parar no fogo brando até engrossar. Desligue o fogo, misture a salsa e deixe esfriar.
Montagem
Abra a massa com um rolo e forre o fundo e as laterais de uma fôrma de 20 cm de diâmetro com fundo removível. Reserve um pouco de massa para a decoração.
Coloque o creme de milho, decore com as tiras de massa e leve para assar no forno preaquecido a 200ºC por 35 minutos aproximadamente ou até dourar.
Dica: Essa torta fica uma delícia servida com filés de frango grelhados e salada de folhas verdes.
Ingredientes
Massa
· 100g de margarina
· 1 ovo
· 1 clara
· Sal a gosto
· 2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha
de trigo
Recheio
· 2 colheres (sopa) de óleo
· 1 cebola pequena picada
· 1 dente de alho picado
· 3 latas de milho verde escorridas
· 1 lata de creme de leite
· 2 colheres (sopa) de amido de milho
· 4 colheres (sopa) de leite
· Sal e pimenta a gosto
· Salsa picada a gosto
Modo de preparo a Massa
Em um recipiente, coloque a margarina, o ovo, a clara, o sal e a farinha e trabalhe a massa até que solte das mãos. Cubra e deixe descansar por
30 minutos.
Recheio
Em uma panela, aqueça o óleo, doure a cebola e o alho. Junte o milho verde e refogue por 3 minutos. Deixe esfriar um pouco e bata metade do milho no liquidificador. Volte à panela com restante do milho, junte o creme de leite, o amido de milho dissolvido no leite, o sal, a pimenta e mexa sem parar no fogo brando até engrossar. Desligue o fogo, misture a salsa e deixe esfriar.
Montagem
Abra a massa com um rolo e forre o fundo e as laterais de uma fôrma de 20 cm de diâmetro com fundo removível. Reserve um pouco de massa para a decoração.
Coloque o creme de milho, decore com as tiras de massa e leve para assar no forno preaquecido a 200ºC por 35 minutos aproximadamente ou até dourar.
Dica: Essa torta fica uma delícia servida com filés de frango grelhados e salada de folhas verdes.
O Que Há de Errado Com os Políticos?
Por Elisha Greenbaum
Há muitos homens e mulheres notáveis que se distinguiram no serviço público. O que lhes permite serem bem-sucedidos enquanto outros falham? Para dar uma pincelada geral, pode-se sugerir que há dois tipos diferentes de políticos.
O primeiro tipo é o vilão por excelência, que não tem vergonha de encher o próprio bolso.
Eles podem falar bonito em público; podem fazer todos os barulhos certos sobre transparência e responsabilidade enquanto tentam ser eleitos.
Mas se os conhecer pessoalmente, você logo verá que não existe uma só fibra de altruísmo neles.
Um subconjunto dessa primeira classe é o sujeito incompetente que é esperto o suficiente para abrir caminho na política apesar de sua incapacidade, e tem astúcia bastante para permanecer lá durante décadas, assaltando o bolso público.
Eles jamais sobreviveriam no mundo comercial, onde as pessoas são julgadas pelos resultados e onde o fracasso é recompensado com a demissão, não com uma pensão vitalícia.
O segundo tipo de político falho é o indivíduo honesto, bem intencionado, realmente dedicado, que deseja fazer uma diferença e deixar uma influência positiva no mundo. Eles trabalham bastante pela causa comum, e sacrificam família e saúde em sua dedicação aos constituintes.
Certamente são bem intencionados, mas dificilmente atingem a longevidade.
Como mariposas consumidas pela chama do próprio altruísmo, eles tendem a se queimar rapidamente e, muito depressa, desaparecem da vida pública, tendo ficado sem idéias e achando impossível manter seus altos padrões.
Um verdadeiro líder está acima da divisão de uma dessas duas opções. Seu foco é servir aos outros, mas não se esquece da necessidade de auto-realização e auto-melhoramento no processo.
Certa vez ouvi o secretário do Rebe, Rabi Menachem Mendel Schneerson, de abençoada memória, descrever a rotina do Rebe. Ele enfatizou que juntamente com todos os seus esforços comunitários, estratégias internacionais, pronunciamentos públicos e atenção a indivíduos e grupos, mesmo assim o Rebe reservava a maior parte de seu dia, diariamente, para estudo privado. Fomos apresentados a Moshê, o maior líder da história e o homem que por si só inspirou uma nação e nos levou do sofrimento à oportunidade.
A Torá registra que a partir do momento em que ele nasceu “ele era bom”. Os comentaristas explicam que esta “bondade” essencial poderia ser observada em duas maneiras diferentes:
1) Ele nasceu circuncidado,
2) quando ele nasceu a casa inteira ficou repleta de luz.
Eu sugeriria que esses dois milagres representam a grandeza que foi Moshê, e demonstra suas qualidades essenciais como líder dos homens.
Um líder é uma luminária, enchendo o aposento com a luz de sua personalidade. Liderança é o ato de estar ali para os outros, e causar impacto em suas vidas para o melhor.
Mesmo quando jovem Moshê foi marcado como embaixador da bondade e gentileza, e para sempre seu brilho reluziu na vida de seu povo.
Porém um líder não pode apenas falar com outros; ele tem de se tornar um modelo de excelência por direito próprio.
Quando circuncidamos nossos filhos os transformamos em judeus completos, tanto física quanto espiritualmente.
O fato de Moshê ter nascido circuncidado demonstra que ele tinha atingido sua própria medida de perfeição, e assim teve o direito de tentar influenciar os outros.
Todos nós temos a capacidade de realização, e a responsabilidade e capacidade de liderar.
Nosso maior propósito na vida é fazer contato e levar a luz do Judaísmo aos corações e mentes de todos.
No entanto, temos uma responsabilidade concomitante de assegurar que nossa própria casa espiritual esteja em ordem e que façamos jus aos ideais que abraçamos publicamente.
Se pudermos operar nessas duas frentes como uma, então correspondemos aos padrões de nosso líder Moshê, e estamos trilhando seu caminho de bondade.
Por Elisha Greenbaum
Rabino Elisha Greenbaum é líder espiritual da Congregação Hebraica Moorabbin e co-diretor de L’Chaim Chabad em Moorabbin, Victória, Austrália.
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Há muitos homens e mulheres notáveis que se distinguiram no serviço público. O que lhes permite serem bem-sucedidos enquanto outros falham? Para dar uma pincelada geral, pode-se sugerir que há dois tipos diferentes de políticos.
O primeiro tipo é o vilão por excelência, que não tem vergonha de encher o próprio bolso.
Eles podem falar bonito em público; podem fazer todos os barulhos certos sobre transparência e responsabilidade enquanto tentam ser eleitos.
Mas se os conhecer pessoalmente, você logo verá que não existe uma só fibra de altruísmo neles.
Um subconjunto dessa primeira classe é o sujeito incompetente que é esperto o suficiente para abrir caminho na política apesar de sua incapacidade, e tem astúcia bastante para permanecer lá durante décadas, assaltando o bolso público.
Eles jamais sobreviveriam no mundo comercial, onde as pessoas são julgadas pelos resultados e onde o fracasso é recompensado com a demissão, não com uma pensão vitalícia.
O segundo tipo de político falho é o indivíduo honesto, bem intencionado, realmente dedicado, que deseja fazer uma diferença e deixar uma influência positiva no mundo. Eles trabalham bastante pela causa comum, e sacrificam família e saúde em sua dedicação aos constituintes.
Certamente são bem intencionados, mas dificilmente atingem a longevidade.
Como mariposas consumidas pela chama do próprio altruísmo, eles tendem a se queimar rapidamente e, muito depressa, desaparecem da vida pública, tendo ficado sem idéias e achando impossível manter seus altos padrões.
Um verdadeiro líder está acima da divisão de uma dessas duas opções. Seu foco é servir aos outros, mas não se esquece da necessidade de auto-realização e auto-melhoramento no processo.
Certa vez ouvi o secretário do Rebe, Rabi Menachem Mendel Schneerson, de abençoada memória, descrever a rotina do Rebe. Ele enfatizou que juntamente com todos os seus esforços comunitários, estratégias internacionais, pronunciamentos públicos e atenção a indivíduos e grupos, mesmo assim o Rebe reservava a maior parte de seu dia, diariamente, para estudo privado. Fomos apresentados a Moshê, o maior líder da história e o homem que por si só inspirou uma nação e nos levou do sofrimento à oportunidade.
A Torá registra que a partir do momento em que ele nasceu “ele era bom”. Os comentaristas explicam que esta “bondade” essencial poderia ser observada em duas maneiras diferentes:
1) Ele nasceu circuncidado,
2) quando ele nasceu a casa inteira ficou repleta de luz.
Eu sugeriria que esses dois milagres representam a grandeza que foi Moshê, e demonstra suas qualidades essenciais como líder dos homens.
Um líder é uma luminária, enchendo o aposento com a luz de sua personalidade. Liderança é o ato de estar ali para os outros, e causar impacto em suas vidas para o melhor.
Mesmo quando jovem Moshê foi marcado como embaixador da bondade e gentileza, e para sempre seu brilho reluziu na vida de seu povo.
Porém um líder não pode apenas falar com outros; ele tem de se tornar um modelo de excelência por direito próprio.
Quando circuncidamos nossos filhos os transformamos em judeus completos, tanto física quanto espiritualmente.
O fato de Moshê ter nascido circuncidado demonstra que ele tinha atingido sua própria medida de perfeição, e assim teve o direito de tentar influenciar os outros.
Todos nós temos a capacidade de realização, e a responsabilidade e capacidade de liderar.
Nosso maior propósito na vida é fazer contato e levar a luz do Judaísmo aos corações e mentes de todos.
No entanto, temos uma responsabilidade concomitante de assegurar que nossa própria casa espiritual esteja em ordem e que façamos jus aos ideais que abraçamos publicamente.
Se pudermos operar nessas duas frentes como uma, então correspondemos aos padrões de nosso líder Moshê, e estamos trilhando seu caminho de bondade.
Por Elisha Greenbaum
Rabino Elisha Greenbaum é líder espiritual da Congregação Hebraica Moorabbin e co-diretor de L’Chaim Chabad em Moorabbin, Victória, Austrália.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Moisés o Sacerdote ou ( Pastor) Que recompensa um Pastor deve receber?
Gn-6-13 O Eterno ordenou-lhe sobre os filhos de Israel, não nos é dito foi a ordem Divina, mas o Midrash revela-nos a resposta do eterno á decepção de Moisés e a espantosa lição de liderança que lhe transmitiu: "Assim é teu povo, Moisés! Um povo amargo, resmungão, teimoso, pessimista, e de pouca fé, pois deves aceitá-los com todos os seus defeitos, amá-lo e libertá-lo do jeito que ele é.
É este o povo que deves libertar por momentos grandiosos, dando-lhe respeito e honra, lei e terra embora ciente de que a única recompensa que dele receberás serão ofensas e pedradas.
A prende que a liderança, Moisés, é servidão, e não poder.
A LEI DO RETORNO
7-17 Sangue aqui começam as dez famosas pragas que o Eterno Deus enviou aos egipcios. segundo o Midrash, cada praga foi um castigo pelo tratamento que os Israelitas sofreram nas mãos dos escravizadores.
O Talmud: disse que a lei divina (a pessoa recebe o castigo e a recompensa do que faz) Este acontecimento são as vezes visivéis e comprovados pelos homens, outras vezes ficam ocultos.
porém não devemos duvidar da justiça Divina mesmo quando as coisas nos parecem sem razão e emcompreensiveis á nossa mente. O sábio Hileu, vendo um crânio frutuano no rio, disse: "Porque afogaste outras pessoas foste afogado, e os que te afogaram viram, ao final, a ser afogados.
Fonte: Torah a LEI de Moisés
Editora Sefer
domingo, 15 de janeiro de 2012
Qual era o nome de Moisés? O nome que recebeu ao nascer de sua mãe judia?
O nome do maior dos profetas do povo judeu, já gerou diversos debates, a começar pela própria Torá.
O Faraó ordenara lançar todos os meninos recém-nascidos ao rio, segundo o midrash para evitar o nascimento daquele que poderia ser o libertar, do Povo de Israel, e lidertar da escravidão no Egito.
qual o sinal que Moisés tinha no seu corpo ?
Apesar do decreto real, o menino nasceu no Egito.
De acordo com o Talmud "era bom" porque Moisés nasceu circuncidado, indicando um elevado grau de perfeição.
Pai e mãe hebreus da tribo de Levi, e foi escondido por três meses, das garras dos guardas egípcios de Faraó.
Para salvá-lo, a mãe o colocou num cesto, e colocou nas águas do rio Nilo, foi resgatado pela princesa do Egito, desconhecendo o nome do menino.
Segundo a parashá desta semana, a princesa o enviou para a mãe amamentar, seguindo o conselho de sua irmã Miriam - uma futura profetisa, enbora tenha permanecido com sua verdadeira mãe apenas nos seus primeiros anos de vida, conseguiu incutir nele o amor e a lealdade a seu povo. Assim, a convivência no palácio real não o converteu num principe egipcio, e sim soube permanecer um judeu.
Moisés era gago?
Pesado de lingua, Deus insistia que fosse ele o guia de Israel, por seu valor moral, extrema bondade, modéstia e piedade. O Midrast nos conta como lhe aconteceu esse defeito.
Quando Moisés tinha três anos de idade, sentou-se no colo de Faraó, tirou-lhe a coroa e colocou-a sobre a sua cabeça.
o Faraó tinha então três grandes conselheiros: Job, Bilam e Jetró. tomando conhecimento deste gesto do menino, Bilam aconselhou ao rei que matasse, porém Jetró disse que isso não prenunciava um mau angúrio e não passava de uma travessura infantil.
Trouxeram então um prato contendo uma moeda de ouro e outro com carvão em brasa, isso para verificar se o menino fazia os gestos com raciocinio. O pequeno Moisés quis colocar a mão no ouro, mas o anjo Gabriel empurou-lhe a mão e o menino pegou a brasa e a pôs na boca. Por isso que Moisés ficou "pesado de boca e pesado de lingua".
“Moisés o pai do Monoteísmo” Moisés é um nome egípcio.
" Ki Tov" o nome dado por sua mãe ao nascer.
Desde seu nascimento, sua mãe viu que Moisés era bom,"Ki Tov", (estas duas palavras foram empregadas na criação da luz - (Gn 1:3) para iluminar a humanidade, simbolizando a aurora de uma nova era.
recebemos a Torá das mãos de Moisés.
Mas o povo judeu também é grato pelo amor recebido
Fonte: A Torah a Lei de Moisés
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