SHEMA ISRAEL
Sinagoga Morumbi
Yeshiva Boys Choir -- Kol Hamispalel
domingo, 11 de setembro de 2011
O “Aluminum Show” é um espetáculo que combina teatro de objetos, artes plásticas, ficção científica, reciclagem e humor. Após a sua estreia, em Jerusalém, no
“Festival de Israel”, o projeto ganhou reconhecimento internacional e, desde então, já foi aplaudido por mais de um milhão de espectadores pelo mundo. A trupe israelense vem ao Brasil, pela primeira vez, para apresentações em Aracaju (15 de setembro - Teatro Tobias Barreto); Maceió (17 de setembro - Teatro Gustavo Leite), Recife (18 de setembro - UFPE), Salvador (20 de setembro - Teatro Castro Alves), Fortaleza (22 de setembro - Teatro Via Sul), Belo Horizonte (25 de setembro - Espaço 104), Curitiba (26 de setembro - Teatro Positivo), São Paulo (27 de setembro - Teatro Abril), Goiânia (29 de setembro - Teatro Rio Vermelho). A turnê tem o apoio da Embaixada de Israel.
Entrevista com Ilan Azriel, criador e
diretor-artístico do Aluminum Show:
Como surgiu a idéia de transformar descarte industrial de alumínio em arte?
Há dez anos eu fui a Las Vegas com um pequeno show meu e lá fui influenciado pelos grandes espetáculos locais. Dois anos após essa visita a Vegas, fui incentivado por minha esposa Ella a criar um show com material industrial e, nessa busca por um material diferente encontrei os tubos metálicos que são usados como dutos de ar-condicionado. Comecei a brincar com esse material leve e flexível e me “apaixonei” por ele. Muitas das idéias que compõem o show atual surgiram aí. O alumínio pode ganhar vida com movimentos e efeitos especiais diferentes como ar; robótica, maquinário instrumental que desenvolvemos para o espetáculo e, claro, com o virtuosismo dos integrantes do grupo.
Como você descreveria o “Aluminum Show”?
É muito difícil descrever o show em palavras porque ele é um gênero único. Eu quis criar um show diferente com uma linguagem única e nunca experimentada antes. Os elementos que compõem o show são a música, iluminação, efeitos especiais, tecnologia e movimento. O espetáculo é composto por camadas intercaladas. A primeira fala sobre a conexão do homem com a tecnologia: quem influencia quem e onde isso pode nos levar. A segunda transporta a platéia em uma viagem por um mundo diferente, o “Aluminum Show”, onde cada espectador pode usar sua imaginação para transformar o que ele vê no palco em uma estória própria. A camada mais definida é a trama principal em que um personagem do “Aluminum” viaja por um estranho mundo e faz amizade com personagens humanos. Alguns verão a estória, outros terão absorvido as músicas e os efeitos visuais. Para mim, nossa meta é que as pessoas gostem do espetáculo e se divirtam com ele.
O que vocês esperam da turnê brasileira?
Estamos ansiosos, essa será nossa primeira visita ao país. De tudo que ouço, é que o Brasil é um país lindo com intensas diferenças entre os estados, cidades e regiões que o tornam diverso e super interessante – culturas, cores e sabores de todos os tipos. Os brasileiros são famosos por sua paixão pela música, dança e futebol. Imagino que vocês sejam um povo caloroso que ama a vida e a vive com muito amor e, por isso, acho que vão gostar do “Aluminum Show” pela reunião de música, movimento, humor, interação com a plateia, e garantia de diversão.
Opine, comente, compartilhe!
Leia as mais recentes notícias sobre Israel e a comunidade
judaica na página do Jornal ALEF no Twitter: acesse este link.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
ESPECIAL - Mensagem de Rafael Eldad, novo embaixador de Israel no Brasil:
“Apesar de ser o Brasil o quarto país onde tenho a honra de representar o meu Israel, como embaixador (Peru, Paraguai e Argentina), sinto uma grande emoção e um especial privilégio em representá-lo em um país tão importante e amistoso como o Brasil. Tendo chegado esta semana a Brasília, é para mim motivo de grande alegria poder dirigir-me, pela primeira vez, à grande comunidade judaica do Brasil, com a qual pretendo manter uma estreita relação. Durante minha carreira diplomática tenho dado grande importância ao contato fraternal com as comunidades judaicas. Agora, é para mim, uma satisfação poder cooperar com a importante comunidade judaica brasileira, sendo uma de minhas principais metas como Embaixador do Estado de Israel, aprofundar os laços de cooperação e irmandade já existentes. Sou sabedor do dinamismo dessa comunidade e do forte elo que a une a Israel, assim como do seu alto comprometimento em manter sua identidade judaica e seu profundo sentimento de solidariedade a Israel. Estou consciente também de que as relações entre Israel e Brasil muito se desenvolveram , especialmente na última década, mas também sei que temos pela frente um grande desafio, que é o de elevar essas relações ao nível do imenso potencial dos dois países. Isto requer muito trabalho, mas estou confiante de que junto aos inúmeros amigos que Israel tem no Brasil, alcançaremos esse objetivo. Israel está vivenciando momentos significativos, onde por um lado, goza de uma solidez econômica e tecnológica muito grande, podendo-se afirmar que é um dos países líderes mundiais em ciência e tecnologia. Tudo isso tem como base a criatividade de sua gente. Ao mesmo tempo, meu país ainda não alcançou a tão importante e desejada paz com os vizinhos. Faço votos de que, muito em breve, possamos chegar a viver em paz e tranquilidade, como qualquer outro país democrático do mundo”.
Fonte: Jornal Alef
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
A Dor alheia e a nossa
Ao voltar de um dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Seus filhotes não estavam lá.
Preocupada com a demora, desesperou-se, seus urros encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar sobre o que estava acontecendo.
- Devoraram meus filhotes! - gemeu a onça. - caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, mas que precisavam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou:
- Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem.
Perdoe-me a franqueza. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez, aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corça...
indignada a onça arregalou os olhos espantada pela coragem da anta, falando com um ódio mortal:
- sua estúpida! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros?
Comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? Considere primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou com autoridade:
- Amiga onça é sempre assim: A dor alheia só atinge aos bons de coração, mas jamais ao egoísta como à senhora.
Alienação social é uma das causas do desequilíbrio do mundo. O alto grau de violência aumenta em decorrência do egoísmo que praticamos no dia-a-dia. Pense nisso e tenha uma Boa Semana!
MENTE QUE EXECUTA O Poder da mente, Você é o que pensa.
A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, Um cientista queria provar essa teoria.
Precisava de um voluntário.
Encontrou um condenado à morte que seria executado na cadeira elétrica e propôs a ele o seguinte:
Participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar seu sangue até a gota final.
Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse.
Se isso acontecesse, seria libertado; caso contrário, faleceria pela perda do sangue.
Porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.
O condenado aceitou.
Ele foi colocado em uma cama e amarram seu corpo para que não se movesse.
Vendaram seus olhos e fizeram um pequeno corte em seu pulso.
Abaixo do pulso, foi colocada uma pequena vasilha de alumínio e ele ouviria o gotejar do sangue na vasilha.
O corte foi superficial, mas foi o suficiente para sentisse que seu pulso fora cortado.
Debaixo da cama, tinha um frasco de soro com uma pequena válvula.
Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que acreditasse que era o sangue dele que estava caindo na vasilha de alumínio.
O condenado acreditava que era seu sangue que diminuía.
Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando mais pálido.
Quando o cientista fechou por completo a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu, sem ter perdido sequer uma gota de sangue!
O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, exatamente, tudo que é enviado e aceito pelo seu hospedeiro.
Essa história é um pouco triste, mas é um alerta para filtramos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado; simplesmente grava e cumpre o que é enviado.
Quem Você pensa em fracassar, já fracassou mesmo antes de tentar.
Somos o que pensamos e acreditamos ser!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
José filho de Jacob (Israel) Quando o homem se coloca na vontade e nas mãos do Deus Eterno.
José foi o filho mais amado por seu pai, todo seu futuro o Eterno mostrava em sonhos, seus irmãos lhe chamavam de sonhador.
Um dia seu pai lhe presenteou com uma túnica, foi quando começou a inveja, e ficou mais forte quando seu pai colocou como vigia dos seus irmãos, fofocando pro seu pai, os irmãos ficaram cegos de raiva, e de ódios, tramaram matá-lo jogá-lo num poço, sem água e sem alimentos no meio de bichos peçonhentos. Mudou de idéia ao ver uma caravana
Que vinha em direção deles, e mais atrás outra dos Ismaelitas, e venderam José aos Ismaelitas e estes por sua vez venderam aos Egípcios por 20 pratas.
Os irmãos de José pensaram como enganar seu pai, mataram um cabrito e molharam a túnica no sangue, e disse: um animal mal comeu, trouxeram-na a seu pai e disseram: encontremos reconhece, é a túnica de teu filho? E por muitos dias Jacó chorou a morte de seu filho.
E esteve o Eterno com José.
José foi pro Egito, e Potifar oficial do Faraó, comprou-o e esteve na casa de seu amo, o Egípcio viu que o Eterno estava com José, e tudo que fazia prosperara, e achou graça a seus olhos, e o servia e encarregou José como seu administrador de sua casa, campos e tudo que tinha, o Eterno abençoou.
José tinha 16 anos, e era formoso de porte e de semblante, o que a mulher de Potifar tentou seduzi-lo, ela pegou na sua roupa e disse: deita comigo, ele preferiu deixa a sua roupa e fugiu, e recusou, preferiu não pecar contra o Eterno e seu amo.
Ela com raiva gritou e acusou de ter-la seduzida,
No qual veio o escândalo, e falou a seu marido e acendeu-se a ira.
O senhor de José tomou-o e pós no cárcere, lugar onde os presos do rei eram encarcerados, e ficou na prisão.
E esteve o Eterno com José.
E estendeu-lhe a sua bondade, e deu sua graça aos olhos do chefe do cárcere, no que o entregou nas mãos de José todos os prisioneiros da prisão, tudo que fazia prosperara.
Porque o Eterno era com ele.
Depois de um ano servindo na casa de Potifar, José passa 10 anos na prisão. Quando o copeiro e o padeiro sonharam, Jose deu a interpretação um foi morto e outro liberto, foi quando disse lembra-te de mim quando estiver La fora.
Nossos Rabinos censuram José por ter posto sua esperança de salvação em um homem e não no Eterno.
Faraó tem dois sonhos
E ninguém sabe interpretar-lo, foi quando o copeiro lembrou e se expressou: conosco na prisão havia um jovem, hebreu e contou tudo o que aconteceu.
Faraó mandou chamá-lo às pressas e fizeram,
E saiu Jose do cárcere para interpretar o sonho de Faraó.
Longe de seu querido pai, na calada da noite pensava como estaria, com saúde, se ainda vive? José ora e pede ao Eterno que lher de a interpretação do sonho de Faraó, que por sua vez lhe revela setes anos de farturas e setes anos de fome.
José é empossado como vise-rei do Egito
Faraó disse: Jose depois que o Eterno fez saber a ti tudo isto, não há entendimento nem sábio como tu.
Tu estarás sobre minha casa, e por teu dito se governara todo meu povo, somente no trono serei maior que tu.
E tirou o anel de sua mão e, pois no dedo de José, e fez vestir roupas de linho. Pois um colar de ouro no seu pescoso e saiu José pelas ruas do Egito.
Jose virou vise rei do Egito, e tinha a idade de 30 anos.
Produziu a terra com fartura por sete anos,
Juntou uma parte de todos os alimentos, grãos das cidades eram guardados nos depósitos para os anos de fome que viria.
A pesar de José predizer sete anos de fome,
Acredita-se que só duraram dois anos, achegada de Jacó no Egito, pois os justos levam bênção ao lugar a aonde chega.
A mulher de Potifar dar sua filha pra Jose em casamento para se desculpar das acusações e das calunias que lhe fez, do casau nasceu dois filhos Menashe, e Efraim.
A fome era grande em Canaã,
Os filhos de Jacó descem ao Egito para compra alimentos, José faz varias provas com seus irmãos pra saber se eles mudaram o seu caráter.
Deus havia lhe decretado um ano de cárcere referente a cada um de seus dez irmãos por ter trazido “mas noticias” deles para Jacó e por ter confiado seu destino nas mãos do chefe dos copeiros, e não na mão do Eterno.
Pela primeira vez, todos os irmãos de José, inclusive Benjamim, prostando-se diante dele confirmado o sonho profético de José. (Gn-37-7)
Os irmãos Jose não reconheceram
Imediatamente porque abarba dele ainda não tinha crescido quando se separaram dele. E agora, depois de alguns anos, e com a barba crescida, sua fisionomia havia se alterado completamente: José teve que se identificar-se com duas provas, e uma delas era que lhe falasse em idioma hebreu (Hebraico).
José testemunha a seus filhos
.Quando José voltou do enterro de seu pai, ele se separou do cortejo e, junto com seu dois filhos, foi a Dotan, ao mesmo lugar onde se encontrava o formoso poço.
E José disse: “meus filhos! Faz alguns anos vosso pai que hoje é rico e considerado, esteve dentro deste poço, nu, sem um pedaço de pão para matar a fome, sem uma gota d’ água para matar a sede, e exposto a répteis que o podiam morder.
Porém vosso pai teve fé no Deus Eterno e foi salvo.
Fonte: Torah A Lei de Moisés
Clara Cavalcante.
SANSÃO Herói bíblico e não menos mítico nascido na Judéia,
que, embora possuidor de um dom divino, uma enorme força física, passou a história como exem¬plo moralista, por causa de sua fraqueza perante as mulheres.
Desti¬nado a ser nazireu, condição da pes¬soa es¬colhida por Deus que, entre outras obriga¬ções, deveria abster-se de bebidas fortes e de cortar a barba e o cabelo, é retratado no Velho Testamento (Jz 13:16) como um dos seis juízes de Israel cha¬mados a liderar os judeus em Canaã contra a domi¬nação dos filisteus (1200-1000 a. C.).
Diferente dos demais juízes agia individu¬almente, ou seja, não comandava exércitos. Suas aventuras começam na juventude, quando matou um leão. Depois se casou com uma filistéia e, como era cos¬tume, pro¬pôs um enigma aos homens do povo da mulher.
A jovem arrancou-lhe o segredo e, depois de traí-lo para proteger os filisteus, casou-se com outro homem. Para vingar-se do ultraje, atou ar¬chotes à cauda de raposas e as soltou entre as plan¬tações dos filisteus, incendiando-as. Preso, rompeu as cordas que o prendiam e, armado de uma queixada de burro, matou mil inimigos. Preso novamente em Gaza, aonde fora atraído por outra mu¬lher, escapou depois de arrancar as portas da cidade.
Finalmente apaixonou-se por Dalila, uma filistéia, a ponto de confiar-lhe o segredo de sua força extraor¬dinária, os cabelos. Dalila vendeu o segredo e o entregou aos filisteus, depois de cortar-lhe os cabe¬los enquanto o herói dormia.
O herói teve os olhos vazados e foi condenado a mover o moinho da pri¬são, pena humilhante por ser essa a função das es¬cravas. Com os seus cabelos nova¬mente em cresci¬dos, ao ser exibido durante um festim no templo de Dagon, derrubou as colunas que sustentavam o teto e morreu soterrado junto com os inimigos.
Assinar:
Postagens (Atom)














